SE15784 - (Encanador. Prefeitura de Osasco. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir:
O Dia do Encanador é celebrado em 27 de setembro no Brasil, uma data para reconhecer esses profissionais essenciais que garantem água limpa, saneamento e conforto, trabalhando frequentemente de forma oculta atrás das paredes. Eles são técnicos indispensáveis em obras e reparos.
(https://www.google.com. Acessado em 19 de abril de 2026)
Assinale a alternativa em que o adjetivo está flexionado corretamente.
SE15783 - (Servente Braçal. Prefeitura de Tremembé. 2026. Vunesp) Assinale a alternativa em que a frase está redigida corretamente.
SE15782 - (Agente Operacional II – Refrigeração e Climatização. UNESP. 2026. Vunesp) Os indivíduos bem-humorados __________________ convivem.
Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, a lacuna deve ser preenchida por:
SE15781 - (Agente – Informática. Câmara Municipal de Caraguatatuba. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão.

(Disponível em: https://blogdoxandro.blogspot.com/2023/03/tiras-n17285-calvin-haroldo-bill.html.)
Assinale a alternativa em que a frase “Deve haver uma maneira melhor de fazer ele comer!”, do último quadrinho, está reescrita em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
SE15780 - (2º Tenente – Médico Estagiário. Polícia Militar do Estado de São Paulo. 2026. Vunesp) Leia o texto para responder à questão:
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma
Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece como elemento fundamental no contexto da experiência da leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho.
Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do ponto de vista da humanização.
Um dos exemplos mais interessantes nesse sentido talvez seja a biblioterapia, que propõe a leitura de obras literárias como recurso psicoterapêutico. Abordagem fundamentada na teoria de catarse de Aristóteles e na psicanálise freudiana, a biblioterapia surgiu como proposta ainda na década de 1940, porém só mais recentemente, no contexto da busca de abordagens alternativas para os efeitos patológicos causados pelo acirramento da dinâmica desumanizadora da vida moderna, que ela passou a ser mais difundida e utilizada em diversos contextos e modalidades.
Concomitantemente, porém com um grau de difusão significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda pouco estudadas, porém em franco processo de expansão, parecem operar como elemento incentivador da prática da leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a experiência literária propicia.
(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
Assinale a alternativa que está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
SE15779 - (Cirurgião-Dentista – Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Prefeitura de Osasco. 2025. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.
O viés da palavra câncer: combate ao estigma
Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um peso, decorrentes de décadas de desinformação.
O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém, precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação, contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem convive ou acompanha alguém nesse processo.
Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de cura e sobrevida.
Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas, quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos cruéis.
O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas precisamos de uma transformação mais profunda e genuína no discurso e nas atitudes diárias.
(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
A concordância verbal e a concordância nominal estão de acordo com a norma-padrão em:
SE15778 - (Arquiteto. Prefeitura de Tremembé. 2026. Vunesp)

(André Dahmer. Disponível em: https://www.instagram.com)
Assinale a alternativa que apresenta reescrita de passagem da tira em conformidade com a norma-padrão de concordância.
SE15777 - (Agente de Desenvolvimento Infantil. Prefeitura de Araçatuba. 2026. Vunesp) Analise a tira a seguir para responder à questão:


(Pedro Leite. Livros e opiniões. Disponível em: www.sofiaeotto2.blogspot.com. 05.11.2018)
Assinale a alternativa que está correta quanto à norma-padrão de concordância.
SE15776 - (Eletricista. Prefeitura de Jardinópolis. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir e responda à questão.
A Bola O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta…
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase construída a partir do texto obedece à norma-padrão de concordância verbal.
SE15775 - (Dentista. Prefeitura de Jardinópolis. 2026. Vunesp) A alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal é:
Esqueceu a sua senha? Não tem problema, basta nos informar o endereço de e-mail utilizado no momento em que você se cadastrou que nós lhe enviaremos um e-mail com as instruções para você definir uma nova senha.