SE15726 - (Auxiliar Administrativo. Câmara Municipal de Nova Odessa. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir:
“O aumento da expectativa de vida aliado _____ possibilidade de vivê-la com saúde, abre várias portas _____ pessoas com mais de 60 anos, incluindo a oportunidade de reconstruir _____ vida afetiva por meio do casamento”, afirma a psicóloga Márcia Pin Fancelli, especializada em gerontologia pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe).
Essa nova realidade reflete ainda uma mudança na percepção dos idosos sobre seu próprio envelhecimento, avalia Fancelli. Muitos passaram _____ enxergar essa fase como uma oportunidade para revisitar antigos sonhos ou até mesmo ter novas experiências.
(Priscila Carvalho, Por que casamentos após 60 anos estão aumentando no Brasil, www.bbc.com, 10.09.2024. Adaptado)
As lacunas do texto podem ser completadas, correta e respectivamente, por:
SE15725 - (Prefeitura de São José do Rio Preto. 2026. Vunesp) Leia o trecho a seguir, da crônica de Nelson Rodrigues, para responder à questão:
Ontem, presenciei uma cena que me pareceu, salvo engano, uma pequena, incisiva e inefável lição de vida. Eis o episódio: – estava eu na esquina de Carioca com Uruguaiana. Fecha o sinal. Os homens estacam para o surdo escoamento dos veículos. E, súbito, uma voz gaiata anuncia: – “Olha o rapa!”. O que houve, a seguir, foi um desses espasmos coletivos, que só o Tolstoi de Guerra e Paz ousaria descrever.
Vi a histeria dos outros e a minha própria. Todos se arremessaram: – senhoras honestíssimas, mestres do direito, psiquiatras, intelectuais, viúvas, mata-mosquitos. O medo é um grande e eficaz nivelador. Sob o estímulo da pusilanimidade, tubarões e pés-rapados largam a mesma baba, elástica e bovina. O pior de tudo foi o seguinte: – era rebate falso. Não havia rapa nenhum. Imediatamente as caras começaram a resplandecer, já lavadas do medo, numa cínica, numa deslavada euforia. O último a recuperar um pouco de harmonia interior foi um psicanalista célebre. Cobra tão caro, o homem, que o cliente tem que ser, no mínimo, um estabelecimento bancário para suportar-lhe os preços. E tinha náuseas de pavor homérico.
(Nelson Rodrigues, “Rigoletto de lança-perfume”. Em: À sombra das chuteiras imortais: crônicas de futebol. Adaptado)
Inefável: indescritível; encantadora / Pusilanimidade: medo, covardia / Deslavada: descarada
A construção entre parênteses que substitui o trecho destacado, de acordo com a norma-padrão de regência verbal e crase, é:
SE15724 - (Arquiteto. Prefeitura de Tremembé. 2026. Vunesp) Quando eu era pequeno, assistia eletrizado àqueles filmes de cadeia em branco e preto. Os prisioneiros vestiam uniforme e planejavam fugas de tirar o fôlego na cadeira do cinema.
Em 1989, vinte anos depois de formado médico cancerologista, fui gravar um vídeo sobre AIDS na enfermaria da Penitenciária do Estado, construção projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo nos anos 20, no complexo do Carandiru, em São Paulo. Quando entrei e a porta pesada bateu atrás de mim, senti um aperto na garganta igual ao das matinês do cine Rialto, no Brás.
Nas semanas que se seguiram, as imagens do presídio não me saíram da cabeça. Os presos na soleira das celas, o carcereiro com a barba por fazer, um PM de metralhadora distraído na muralha, ecos na galeria mal iluminada, o cheiro, a ginga da malandragem, tuberculose, caquexia, solidão e a figura calada do Dr. Getúlio, meu ex-aluno no cursinho, que cuidava dos presos com AIDS.
Duas semanas depois, procurei o Dr. Manoel Schechtman, responsável pelo departamento médico do sistema prisional, e me ofereci para fazer um trabalho voluntário de prevenção à AIDS. Na conversa, o Dr. Manoel me explicou que a situação da epidemia na Penitenciária não era das piores se comparada à dos 7.200 presos da Casa de Detenção, o maior presídio do país, situado no mesmo complexo, de frente para a movimentada avenida Cruzeiro do Sul, vizinho do metrô, a dez minutos da Praça da Sé, quilômetro zero de São Paulo.
O trabalho começou em 1989 e dura até hoje. Com o apoio da Universidade Paulista (UNIP), uma instituição particular de São Paulo, fizemos pesquisas epidemiológicas sobre a prevalência do HIV, organizamos palestras, gravamos vídeos, editamos a revista em quadrinhos Vira-Latas e atendi doentes. Com os anos, ganhei confiança e pude andar com liberdade pela cadeia. Ouvi histórias, fiz amizades verdadeiras, aprendi medicina e muitas outras coisas. Na convivência, penetrei alguns mistérios da vida no cárcere, inacessíveis se eu não fosse médico.
Neste livro, procuro mostrar que a perda da liberdade e a restrição do espaço físico não conduzem à barbárie, ao contrário do que muitos pensam. Em cativeiro, os homens, como os demais grandes primatas (orangotangos, gorilas, chimpanzés e bonobos), criam novas regras de comportamento com o objetivo de preservar a integridade do grupo. Esse processo adaptativo é regido por um código penal não escrito, como na tradição anglo-saxônica, cujas leis são aplicadas com extremo rigor:
— Entre nós, um crime jamais prescreve, doutor.
Pagar a dívida assumida, nunca delatar o companheiro, respeitar a visita alheia, não cobiçar a mulher do próximo, exercer a solidariedade e o altruísmo recíproco conferem dignidade ao homem preso; o desrespeito é punido com desprezo social, castigo físico ou pena de morte:
— No mundo do crime, a palavra empenhada tem mais força do que um exército.
Não é objetivo deste livro denunciar um sistema penal antiquado, apontar soluções para a criminalidade brasileira ou defender direitos humanos de quem quer que seja. Como nos velhos filmes, procuro abrir uma trilha entre personagens da cadeia: ladrões, estelionatários, traficantes, estupradores, assassinos e o pequeno grupo de funcionários desarmados que toma conta deles.
A narrativa será interrompida pelos interlocutores, para que o leitor possa apreciar-lhes a fluência da linguagem, as figuras de estilo e as gírias que mais tarde ganham as ruas.
Por razões éticas, os casos descritos nem sempre se passaram com os personagens a que foram atribuídos. Como diz a malandragem:
— Numa cadeia, ninguém conhece a moradia da verdade.
VARELLA, Drauzio. Estação Carandiru. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
Considere a passagem, em que o acento indicativo de crase foi empregado diante de uma palavra feminina (“situação”) subentendida antes da expressão masculina (“dos 7.200 presos”).
“Na conversa, o Dr. Manoel me explicou que a situação da epidemia na Penitenciária não era das piores se comparada à dos 7.200 presos da Casa de Detenção”. (4º parágrafo)
Assinale a alternativa em que a crase está de acordo com a norma-padrão e foi empregada pelo mesmo motivo que na passagem.
SE15723 - (Engenheiro de Segurança do Trabalho. Prefeitura de Campinas. 2026. Vunesp)
Produtividade desafia indústria
Três décadas atrás, em 1995, o setor manufatureiro – conhecido como indústria de transformação, por converter matéria-prima em equipamentos e bens de consumo – registrava produtividade 78% acima da média geral da economia brasileira. Entre avanços e recuos, a distância encurtou e, no ano passado, o nível de produtividade da indústria de transformação estava apenas 9% superior ao resultado geral. Não seria uma notícia ruim, se indicasse uma melhoria profunda e geral da eficiência na produção brasileira, mas a realidade é que o parque fabril vem perdendo fôlego.
Levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), publicado pelo jornal Valor, compara o nível de produtividade de 1995 (R$ 58,8 por hora trabalhada) com o de 2024 (R$ 45,3) para concluir que essa relação despencou 23%. Não é uma regra geral na economia. Na agropecuária, que vem liderando investimentos em pesquisa e tecnologia, o valor de R$ 7,5 por hora trabalhada aumentou para R$ 40,6 entre 1995 e 2024.
O estudo foi feito em abril deste ano, mas dados desagregados e atualizados pela economista Silvia Matos, do FGV Ibre, mostram que a situação continua muito ruim, com desempenho satisfatório apenas no agro, que elevou a produtividade em 14,2% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Foi o que garantiu o saldo positivo, ainda que insignificante, de 0,2% no total.
A fragilidade da indústria nacional com a perda de competitividade e produtividade tampouco é generalizada. Há exceções com tecnologia de ponta em linhas de produção, mas, na média, os dados mostram que o Brasil está ficando para trás. Diante dos dados recentes do IBGE, que revelam o rápido envelhecimento da população e o fim do bônus demográfico – quando a proporção de pessoas ativas na economia começa a perder espaço para os inativos –, o País precisa elevar de forma vigorosa a produtividade, assim como necessita de ajuste na Previdência e de investimento educacional em qualificação.
Com rapidez o mundo troca a recente “Indústria 4.0”, ou quarta revolução industrial, marcada pela integração de tecnologias digitais, pela moderníssima “Indústria 5.0”, focada na “humanização” da automação, que busca potencializar a criatividade humana tendo a seu serviço a tecnologia. Mas o Brasil ainda engatinha no uso de conceitos já amplamente disseminados como a internet das coisas, a inteligência artificial e a robótica avançada das chamadas “fábricas inteligentes” e está demorando a incorporar de forma ampla as tecnologias digitais.
Elevar a produtividade é produzir mais com menos, além de melhorar a qualidade dos produtos. Não é apenas uma forma de garantir mais competitividade às empresas, mas também de aumentar a renda per capita, de forma duradoura, pelos próximos anos.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 04.12.2025. Adaptado)
Considere as frases:
• Três décadas atrás, em 1995, o setor manufatureiro registrava produtividade que chegava _____ estar 78% acima da média geral da economia brasileira.
• Não seria uma notícia ruim, se indicasse uma melhoria profunda e geral da eficiência na produção brasileira, mas a realidade é que falta fôlego _____ indústria brasileira.
• A fragilidade da indústria nacional devido _____ perda de competitividade e produtividade tampouco é generalizada.
• O Brasil está demorando para aderir de forma ampla _____ tecnologias digitais.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, com:
SE15722 - (Agente Previdenciário. Rio Preto Prev. 2026. Vunesp) O artista que se dispõe _____ dar uma entrevista deve estar preparado para responder _____ mais diversas perguntas, já que sua vida e seu trabalho acabam atraindo _____ atenção do público.
As lacunas devem ser completadas, correta e respectivamente, por:
SE15721 - (Agente de Desenvolvimento Infantil. Prefeitura de Araçatuba. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão:
No Brasil, uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está acima do peso. O número preocupante é um dos destaques do documento científico lançado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) em celebração ao Dia Mundial da Alimentação. De acordo com a nota, mantida essa tendência, estima-se que em 2035 metade das crianças e adolescentes estará acima do peso recomendado. Conforme diz a presidente do Departamento Científico de Nutrologia da SBP, dra. Fabíola Isabel Suano, em 2025, pela primeira vez na história, a prevalência global de obesidade entre crianças e adolescentes, na faixa de cinco a dezenove anos, superou os índices de desnutrição.
Iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), o intuito do Dia Mundial da Alimentação é reforçar o compromisso e a conscientização sobre como criar sistemas alimentares mais saudáveis, inclusivos e sustentáveis. Atualmente, em todo o mundo, cerca de 673 milhões de pessoas enfrentam a fome, enquanto aproximadamente 900 milhões de adultos são obesos. “A desigualdade de renda e desinformação permanecem como barreiras que dificultam o acesso a alimentos saudáveis. No Brasil, a preocupação volta-se ao consumo de alimentos ultraprocessados por crianças e adolescentes, hábito que é impulsionado por estratégias de marketing abusivas”, explica Fabíola.
Segundo a nota do SBP, o acompanhamento regular do crescimento, do desenvolvimento e da promoção da alimentação saudável da criança e do adolescente, desde o início da vida, é item que deve ser cada vez mais valorizado pelos pais e responsáveis, em busca da saúde em curto e longo prazo. “É dever de toda a sociedade, por meio da educação e de políticas públicas eficazes, criar condições para a prevenção e o tratamento da obesidade”, finaliza Fabíola.
(Sociedade Brasileira de Pediatria, Dia Mundial da Alimentação: uma em cada três crianças, de cinco a nove anos, está acima do peso. Disponível em: www.sbp.com.br. 16.10.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que está correta quanto à norma-padrão do emprego do acento indicativo de crase.
SE15720 - (Fonoaudiólogo. UNIFESP. 2026. Vunesp) Considere o texto a seguir para responder à questão.
Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água. A mulher aproximava-se de momento a momento, receando ser chegado o transe supremo; depois ia de novo atirar-se a um canto, onde ficava como desfalecida.
Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. Custava, porém, à sua natureza enérgica assistir impassível ao sofrimento de uma criatura, sem tentar um esforço qualquer para salvá-la.
Veio-lhe de repente à lembrança um caso que ouvira a seu pai. Saiu fora, montou a cavalo, e pouco depois voltou com um novilho, que laçara e prendeu ao lado da casa, na estaca do curral ou mangueira.
O enfermo passara do torpor à excessiva inquietação.
— Tire a roupa de seu marido, que eu já volto. Vou buscar um remédio que há de fazer-lhe bem.
Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta.
Feito o quê, esperou pelo resultado, assando na brasa um pedaço da carne do novilho para matar a fome.
Seu pai muitas vezes lhe contara que, na campanha da Cisplatina, o capitão de uma companhia caíra doente com uma febre de cavalo. O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar. Pela manhã quando se carneava uma rês, dissera ele a rir, vendo arregaçar o couro: “Que bom lençol! Se me tivesse lembrado, embrulharia em um desses o capitão. Não há febre que resista a semelhante cáustico”.
O que o cirurgião não pudera fazer, acabava o gaúcho de pôr em prática.
Ou fosse pela energia do remédio, ou pelo vigor da organização, operou-se na enfermidade uma crise salutar, manifestando-se durante a noite reação franca, anunciada por abundantes suores; de madrugada remitiu a febre, e Barreda caiu num sono profundo.
Manuel passou a noite, como o dia, fazendo o ofício de enfermeiro. Apenas deixava o aposento do doente para ir ver seus amigos, a baia e os outros animais a quem havia acomodado no potreiro, tendo o cuidado de fazer com um molho de trevo seco uma cama bem macia para o poldrinho.
(José de Alencar. O Gaúcho. Em: https://domainpublic.wordpress.com/)
Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água _____ mulher. Ela aproximava-se de hora _____ hora, receando que ele tivesse chegado _____ situação de transe supremo; depois ia de novo atirar-se _____ uma parte da casa, onde ficava como desfalecida.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
SE15719 - (Agente Comunitário de Saúde. Prefeitura de Tremembé. 2026. Vunesp) Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
O narrador foi ______ uma festa em que foram servidos salgadinhos muito diferentes dos tradicionais. Um convidado se atreveu ______ comer o misterioso talo branco que estava unido ______ coxinha.
SE15718 - (Agente Administrativo. Prefeitura de São José do Rio Preto. 2026. Vunesp) Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Há pessoas que se dedicam _____ investigar os hábitos alimentares de diferentes populações. Sabe-se que existem aquelas que praticam a agricultura e _____ que recorrem _____ coleta de plantas selvagens _____ fim de obter alimentos de origem vegetal.
SE15717 - (Assistente Técnico Administrativo. CAU-SP. 2026. Vunesp) Considere o texto a seguir para responder à questão.
Técnicos e lâminas
Os técnicos de futebol entendem os fabricantes de aparelhos de barbear. O problema deles é igual. O futebol também é, basicamente, o mesmo desde que foi inventado. Não há muito que fazer para mudá-lo, fora detalhes. O modo de jogar futebol pode ser completamente diferente hoje do que era há anos, como a aparência dos aparelhos de barbear de hoje não tem nada a ver com a da época em que o Mr. Gillette inventou sua prática lâmina, mas a ideia fundamental permanece inalterada, e inalterável. E, no entanto, todos os anos os fabricantes de aparelho de barbear precisam apresentar um produto novo. Todos os anos os departamentos de marketing pedem aos departamentos de pesquisa que reinventem o aparelho de barbear, para ter o que anunciar. Duas lâminas, três lâminas, lâminas flutuantes, lâminas convergentes, lâminas divergentes, lâminas musicais – qualquer coisa para que o aparelho do ano passado fique obsoleto e a novidade fique irresistível. Da mesma forma, todo técnico, quando assume um novo time, deve trazer a sugestão implícita de que vai reinventar o futebol.
As razões dadas para trocar de técnico são muitas. O técnico que sai perdeu o ambiente, perdeu a confiança, perdeu a razão – e é sempre mais fácil trocar um técnico do que um time inteiro. Mas a razão verdadeira é o desejo secreto de que o novo técnico reúna os jogadores no meio do campo, abra sua sacola e tire de lá de dentro – tará! – um outro jogo. Um futebol inédito. Um futebol que ninguém mais tem e, portanto, invencível. O milagre ainda não aconteceu, mas todo técnico de futebol é uma promessa do futebol reinventado. Por isso eles levam vidas de homens santos, perambulando pelo país entre guaridas temporárias, sabendo que é pouco o tempo entre a adulação e o apedrejamento, a adoração e o desmascaramento. Ou ele é um salvador ou é um charlatão. Não tem recurso do meio-termo.
Luis Fernando Verissimo. Ironias do tempo. 2018. Adaptado
O problema dos técnicos de futebol é igual _________ dos fabricantes de aparelhos de barbear. É difícil haver mudanças em suas atividades. Estes, por exemplo, esperam que as equipes de pesquisas estejam sempre aptas _________ reinvenção do aparelho de barbear.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
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