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Estude com 16114 questões”.
  • 401
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15657 - (Agente de Defesa Civil. Prefeitura de Osasco. 2026. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.

 

Ar poluído até no interior

 

Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.

 

O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.

 

Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.

 

Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.

 

O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.

 

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)

 

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.

  • 402
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15656 - (Controlador Interno. SAAEB Ambiental. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Entre a década de 1960 e os anos 2000, o Brasil recebeu mais imigrantes do Norte global, como portugueses ou norte-americanos, e estrangeiros com perfil socioeconômico alto. Em sua maioria, essas pessoas não dependiam do Sistema Único de Saúde (SUS) ou de escolas públicas, recorrendo a serviços privados. Era um cenário distinto do atual, marcado pela presença de imigrantes em situação de vulnerabilidade. Lançada neste ano, a nova edição do Atlas temático mostra que o país tem cerca de 415 mil imigrantes registrados no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), ferramenta do governo federal para reconhecer famílias de baixa renda.

 

“Identificamos a existência de um grande contingente de imigrantes vivendo no Brasil em situação de vulnerabilidade”, relata a demógrafa Rosana Baeninger, coordenadora do trabalho. A pesquisadora esclarece que, embora o país possua uma legislação favorável aos imigrantes, sem a articulação entre os entes federativos por meio de uma política migratória nacional, a atuação das prefeituras é sempre pontual e emergencial.

 

Entre os 5.570 municípios brasileiros, somente 230 contam com algum tipo de política voltada a estrangeiros. Um deles é a cidade de São Paulo, que instituiu o Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (Crai), o qual atendeu, entre 2020 e 2025, 46,7 mil pessoas.

 

No Brasil há 11 anos, Kalala é um dos vários imigrantes que trabalham no Crai. Ele imigrou da República Democrática do Congo para se juntar a parentes que já haviam se estabelecido na cidade. Formado em engenharia da computação, fala sete idiomas, como suaíli, francês, inglês e espanhol. Kalala avalia que seus maiores obstáculos no Brasil são a dificuldade de acesso à educação superior e as barreiras para revalidação do diploma universitário: ele não conseguiu ainda revalidar seu documento porque o procedimento sairia para ele muito caro e exigiria a apresentação de comprovantes que precisam ser solicitados pessoalmente nos países de origem. “Em muitos casos, é mais fácil se matricular em uma nova graduação do que reconhecer o diploma no Brasil”, lamenta o engenheiro.

 

(Christina Queiroz. Mudanças no perfil da imigração ao Brasil. https://revistapesquisa.fapesp.br, 02.09.2025. Adaptado)

 

Considere os seguintes trechos do 4º parágrafo para responder à questão:

 

Ele imigrou da República Democrática do Congo para se juntar a parentes que já haviam se estabelecido na cidade.

 

… ele não conseguiu ainda revalidar seu documento porque o procedimento sairia para ele muito caro…

 

No contexto em que se encontram, as expressões verbais “haviam se estabelecido” e “sairia para ele” podem ser respectivamente substituídas, conforme a norma-padrão de colocação pronominal, por:

  • 403
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15655 - (Guarda Civil Metropolitano. Prefeitura de São Paulo. 2026. Vunesp) Considere o texto a seguir para responder à questão.

 

Ainda na véspera eram seis viventes, contando com o papagaio. Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, à beira de uma poça: a fome apertara demais os retirantes e por ali não existia sinal de comida. Baleia* jantara os pés, a cabeça, os ossos do amigo, e não guardava lembrança disto. Agora, enquanto parava, dirigia as pupilas brilhantes aos objetos familiares, estranhava não ver sobre o baú de folha a gaiola pequena onde a ave se equilibrava mal. Fabiano também às vezes sentia falta dela, mas logo a recordação chegava. Tinha andado a procurar raízes, à toa: o resto de farinha acabara, não se ouvia um berro de rês perdida na caatinga. Sinhá Vitória, queimando o assento no chão, as mãos cruzadas segurando os joelhos ossudos, pensava em acontecimentos antigos que não se relacionavam: festas de casamento, vaquejadas, novenas, tudo numa confusão. Despertara-a um grito áspero, vira de perto a realidade e o papagaio, que andava furioso, com os pés apalhetados, numa atitude ridícula. Resolvera de supetão aproveitá-lo como alimento e justificara-se declarando a si mesma que ele era mudo e inútil. Não podia deixar de ser mudo. Ordinariamente a família falava pouco. E depois daquele desastre viviam todos calados, raramente soltavam palavras curtas. O louro aboiava, tangendo um gado inexistente, e latia arremedando a cachorra.

 

(Graciliano Ramos, Vidas secas)

 

* Baleia: a cachorra da família

 

Assinale a alternativa em que a frase atende à norma-padrão de colocação pronominal.

  • 404
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15654 - (Agente de Desenvolvimento Infantil. Prefeitura de Araçatuba. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão:

 

Brincar é a linguagem universal da infância, uma dança espontânea entre imaginação e realidade. É o verbo mais completo do dicionário de uma criança. É a partir das brincadeiras que elas se expressam, interagem com o mundo e consigo mesmas, convivem com o diferente, conhecem e desenvolvem suas habilidades e despertam o olhar criativo. É nesse ritual que elas aprendem que uma caixa de papelão pode ser um castelo, que uma folha seca vira barco no rio da calçada e que um lençol estendido entre duas cadeiras pode ser uma passagem para universos desconhecidos.

 

No entanto, brincar é muito mais do que uma atividade espontânea da infância: é um direito assegurado por lei e um dos pilares para o desenvolvimento integral das crianças. Pensando nisso – e de olho no Dia Mundial do Brincar – a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal atualizou o guia “Os primeiros anos em suas mãos”. A nova edição incorpora uma seção dedicada ao papel das brincadeiras na primeira infância e reforça a urgência de garantir tempo, espaço e liberdade para brincar.

 

A Constituição Federal estabelece que é dever do Estado, da família e da sociedade assegurar à criança o direito ao desenvolvimento físico, emocional e social, o que inclui o direito ao brincar. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de 1990, reforça esse compromisso ao reconhecer que “brincar, praticar esportes e divertir-se” são aspectos do direito à liberdade. O Marco Legal da Primeira Infância, de 2016, explicita a obrigação do poder público de garantir espaços adequados e seguros para o brincar.

 

(Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Brincadeira é coisa séria. Disponível em: www.fundacaomariacecilia.org.br. 28.05.2025. Adaptado)

 

Assinale a alternativa em que a reescrita de trecho do texto está de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.

  • 405
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15653 - (Técnico de Enfermagem. Prefeitura de Sorocaba. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Consumo abusivo de álcool é desafio nacional

 

Quando se fala no combate ao consumo abusivo de álcool, o depoimento de pessoas que conviveram, ou ainda convivem, com a doença é fundamental para conscientizar quem enfrenta a árdua batalha. Em vídeos recentes publicados em seu canal no YouTube, o músico Nando Reis, ex-Titãs, abriu o jogo e falou com detalhes sobre os maus bocados que passou por conta da dependência — sobretudo da vodca.

 

Vivemos em uma sociedade que banaliza perigosamente o consumo do álcool. As gerações X e Y cresceram em meio à celebração contínua da cervejinha e dos drinks em cada reunião de família. Bebia-se muito cedo, já na adolescência, sem qualquer problematização ou julgamento dos pais e demais responsáveis. O tempo passa, porém, e os danos do perigoso hábito começam a se manifestar na vida adulta — ao menos sete tipos de câncer, por exemplo, são associados à substância.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há dose segura para o consumo. Inclusive, o chamado “binge drinking”, o exagero restrito aos fins de semana, um padrão comum no Brasil, pode ser tão prejudicial para a saúde quanto a ingestão diária da substância. Ainda que a metabolização do álcool varie de acordo com aspectos físicos e genéticos, o impacto é certeiro em qualquer cenário.

 

Diante disso, é preciso que o Brasil comece a combater o consumo de álcool como guerreou contra o tabagismo a partir dos anos de 1980 — sobretudo no campo da conscientização. A aceitação cultural da ingestão, por vezes, dificulta o entendimento dos riscos da substância. Inclusive os riscos sociais: o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo, trabalha com a estimativa de que 30% dos acidentes fatais no Brasil envolvem motoristas que estavam sob efeito de álcool. Exigem-se, portanto, estratégias atualizadas e eficazes para vencer esses e outros obstáculos.

 

A boa notícia fica com a nova geração, formada por pessoas nascidas a partir de 1997, que tem se dedicado a novos rumos para o lazer e para as celebrações. Pesquisa do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) aponta que a abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos. Esse, sim, precisa ser um caminho sem volta.

 

(Editorial, 18.02.2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/. Adaptado)

 

Assinale a alternativa em que a reescrita de informações do texto está em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.

  • 406
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15652 - (Vestibular. UNIVESP. 2026. Vunesp) Leia o trecho do texto “O homem cadente”, do escritor moçambicano Mia Couto, para responder à questão.

 

Quando me vieram chamar, nem acreditei:

 

— É Zuzézinho! Está caindo do prédio.

 

E as gentes, em volta, se depressavam para o sucedido. Me juntei às correrias, a pergunta zaranzeando: o homem estava caindo? Aquele gerúndio era um desmando nas graves leis da gravidade: quem cai, já caiu.

 

Enquanto corria, meu coração se constringia. Antevia meu velho amigo estatelado na calçada. [...]

 

Me aproximava do prédio e já me aranhava na multidão. Coisa de inacreditar: olhavam todos para cima. Quando fitei os céus, ainda mais me perturbei: lá estava, pairando como águia real, o Zuzé Neto. O próprio José Antunes Marques Neto, em artes de aero-anjo. Estava caindo? Se sim, vinha mais lento que o planar do planeta pelos céus.

 

(Mia Couto. O fio das missangas, 2004.)

 

Uma característica das obras de Mia Couto é a presença de marcas do português popular de Moçambique, que se distanciam, por vezes, da norma-padrão da língua portuguesa. Exemplifica essa característica a posição do pronome sublinhado na seguinte frase:

  • 407
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15651 - (Médico Ginecologista. Prefeitura de Jundiaí. 2026. Vunesp) Considere o texto a seguir para responder à questão.

 

Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo

 

Por décadas, o ecossistema informacional consolidou a crença de que a expansão contínua de informações técnicas e conteúdos especializados sobre saúde seria suficiente para transformar realidades sociais. Os últimos anos, porém, revelaram que, mesmo quando a informação é abundante, acessível e tecnicamente qualificada, ela não necessariamente se converte em compreensão, confiança ou mudança comportamental. Ela depende de contextos, trajetórias culturais, modos de vida e vínculos humanos que moldam a forma como cada comunidade atribui sentido ao conteúdo informacional que recebe.

 

Durante a pandemia de covid-19, houve uma expansão massiva da circulação de informações em saúde. Essa suposição desconsiderou que cada comunidade lê o mundo a partir de repertórios simbólicos e históricos próprios. Assim, a heterogeneidade de respostas sociais não expõe falhas de compreensão coletiva, mas sim a distância estrutural entre o modo como a informação é produzida e o modo como ela é apropriada nos diferentes territórios. Esse fenômeno torna-se visível também nos debates da crise climática: a circulação de informações técnicas sobre perigo não é suficiente para orientar decisões ou produzir mudanças comportamentais. A comunicação oficial aponta perigos, mas as comunidades se estruturam na permanência social e no pertencimento, que operam como lentes interpretativas historicamente construídas. Portanto, a questão não depende apenas da quantidade, da qualidade ou do acesso à informação técnica e científica divulgada, mas da capacidade de dialogar com a leitura da comunidade sobre o mundo e de articular conhecimento dito científico com o conhecimento social organizado por gerações.

 

O problema se repete em outros domínios onde dados abundam, mas vínculos escasseiam. Muitos gestores da saúde estão entusiasmados com a expansão de plataformas tecnológicas. Todavia, esquecem algo crucial: grande parte da população e dos profissionais de saúde não se reconhece nessas ferramentas. O acesso a um aplicativo não significa acolhimento, cuidado ou compreensão da mensagem. É nesse ponto que a literacia em saúde baseada no vínculo oferece uma chave conceitual e prática para repensar a circulação da informação.

 

A literatura tradicional tende a definir literacia em saúde como um conjunto de habilidades individuais: buscar informação em saúde, ler, entender, decidir. No entanto, decisões em saúde não são individuais, mas profundamente afetadas por relações, contextos, histórias e pertencimentos. Disponibilizar e disseminar informação em saúde é insatisfatório. É preciso criar as condições para que ela seja apropriada cognitivamente.

 

Ao reconhecer que a compreensão e a aceitação da informação dependem de vínculos sociais, essa abordagem permite explicar por que populações vulneráveis respondem de maneira distinta aos mesmos conteúdos informacionais. O vínculo funciona como a ponte que falta entre a disponibilização de informações e a apropriação cognitiva. Com ela, a informação ganha densidade e torna-se capaz de orientar práticas de saúde mais justas, contextualizadas e efetivas.

 

Essa análise reforça a importância da cooperação nacional e internacional. O diálogo interdisciplinar poderá esclarecer, assim, os elementos em jogo na transposição da informação em conhecimento e prática comportamental, bem como verificar que a informação em saúde não fracassa por falta de quantidade, qualidade ou disponibilidade, mas por falta de vínculo com pessoas reais, em seus territórios, crenças e leituras de mundo.

 

(Maria Cristiane Barbosa Galvão, “Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo”. Disponível em: https://jornal.usp.br. Adaptado)

 

Considere a passagem a seguir:

 

“Ela depende de contextos, trajetórias culturais, modos de vida e vínculos humanos que moldam a forma como cada comunidade atribui sentido ao conteúdo informacional que recebe.”

 

O trecho destacado pode ser substituído, em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes, preservando-se o sentido original, por:

  • 408
  • Ano: 2019
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP

SE15650 - (Procurador Jurídico. IPREMM. 2019. Vunesp) São incapazes,

  • 409
  • Ano: 2018
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP

SE15649 - (Assessor Jurídico. Prefeitura de Nova Odessa. 2018. Vunesp) Toda pessoa é capaz de direitos e deveres na ordem civil. No entanto, a capacidade pode ser relativa ou absoluta em algumas situações. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.

  • 410
  • Ano: 2011
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP

SE15648 - (Notário e Registrador. TJ/SP. 2011. Vunesp) Assinale a alternativa correta.

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