SE167 - (Oficial de Justiça. 2009 – VUNESP) O crime de falsificação de selo ou sinal público consiste
SE166 - (Siga Escrevente. 2018. Inédita) Aquele que fornece material e guarda objetos com a finalidade específica de falsificar vale postal, pratica o crime denominado de:
SE165 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2018. VUNESP) No tocante às infrações previstas nos artigos 307, 308 e 311-A, do Código Penal, assinale a alternativa correta.
SE164 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2018. VUNESP) A respeito dos crimes previstos nos artigos 293 a 305 do Código Penal, assinale a alternativa correta.
SE163 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2017. VUNESP) O crime denominado “petrechos de falsificação” (CP, art. 294) tem a pena aumentada, de acordo com o art. 295 do CP, se
SE162 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2015. VUNESP) O crime de falsidade ideológica (CP, art. 299) tem pena aumentada de sexta parte se
SE160 - Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. VUNESP) Configura crime de falsidade ideológica:
SE159 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. VUNESP) Os crimes de falsificação de documento público e de prevaricação têm em comum:
SE158 - (1ª Rodada Objetiva. 2023. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Carolina Maria de Jesus:
quem foi a escritora que denunciou a fome no país
A intimidade com a fome e a discriminação sentida na pele deixaram marcas na obra de uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira. Mulher negra, mãe solo e moradora de uma comunidade pobre, Carolina Maria de Jesus nunca deixou de retratar em seus livros problemas sociais e de atribuir culpas a governantes do país já no início do século passado.
Sua voz ativa e atenta lhe conferiu relevância não apenas literária, mas também na política. Em um momento em que metade da população brasileira se encontra em insegurança alimentar, Ecoa conta um pouco da história inspiradora dessa escritora mineira, nascida na cidade Sacramento em 14 de março de 1914.
A fome sempre aparece nos textos da escritora. O professor mineiro Warley de Souza, especialista em literatura, conta que o jornalista Audálio Dantas, que apresentou Carolina para o mundo, chegou a comentar sobre isso declarando, à época, que a fome aparecia nos textos com “uma frequência irritante”.
É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas, demonstrando profunda consciência social. Criticou bastante o governo da época.
Carolina Maria de Jesus não se casou. Levou a vida com toda a independência, fazendo da literatura seu lugar de prazer e indignação. E assim viveu até 1977. A escritora morreu no dia 13 de fevereiro, no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo.
(Ed Rodrigues. Em https://www.uol.com.br/ecoa, 08.11.2022. Adaptado)
O par de trechos do texto que contém expressões empregadas em sentido figurado está em:
SE157 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2012. VUNESP) O crime de falsificação de documento público, do art. 297 do CP,
I. configura-se apenas se a falsificação é total, ou seja, a mera alteração de documento público verdadeiro não constitui crime;
II. também se configura se o documento trata-se de testamento particular;
III. também se configura se o documento trata-se de livro mercantil.
É correto, apenas, o que se afirma em
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