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Estude com 16114 questões”.
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  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15937 - (Professor de Arte. Prefeitura de Jundiaí. 2026. Vunesp) Leia a tira a seguir para responder à questão.

 

 

(Willian Leite. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/)

 

Considere as frases a seguir:

 

• “Hoje, metaforicamente, arregacei as mangas.” (1º quadro)

 

• “Agora estou, literalmente, morta de cansaço.” (4º quadro)

 

É correto afirmar que as expressões destacadas expressam, respectivamente, circunstâncias de

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SE15936 - (Engenheiro – Segurança do Trabalho. Prefeitura de Campinas. 2026. Vunesp)

 

Produtividade desafia indústria

 

Três décadas atrás, em 1995, o setor manufatureiro – conhecido como indústria de transformação, por converter matéria-prima em equipamentos e bens de consumo – registrava produtividade 78% acima da média geral da economia brasileira. Entre avanços e recuos, a distância encurtou e, no ano passado, o nível de produtividade da indústria de transformação estava apenas 9% superior ao resultado geral. Não seria uma notícia ruim, se indicasse uma melhoria profunda e geral da eficiência na produção brasileira, mas a realidade é que o parque fabril vem perdendo fôlego.

 

Levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), publicado pelo jornal Valor, compara o nível de produtividade de 1995 (R$ 58,8 por hora trabalhada) com o de 2024 (R$ 45,3) para concluir que essa relação despencou 23%. Não é uma regra geral na economia. Na agropecuária, que vem liderando investimentos em pesquisa e tecnologia, o valor de R$ 7,5 por hora trabalhada aumentou para R$ 40,6 entre 1995 e 2024.

 

O estudo foi feito em abril deste ano, mas dados desagregados e atualizados pela economista Silvia Matos, do FGV Ibre, mostram que a situação continua muito ruim, com desempenho satisfatório apenas no agro, que elevou a produtividade em 14,2% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Foi o que garantiu o saldo positivo, ainda que insignificante, de 0,2% no total.

 

A fragilidade da indústria nacional com a perda de competitividade e produtividade tampouco é generalizada. Há exceções com tecnologia de ponta em linhas de produção, mas, na média, os dados mostram que o Brasil está ficando para trás. Diante dos dados recentes do IBGE, que revelam o rápido envelhecimento da população e o fim do bônus demográfico – quando a proporção de pessoas ativas na economia começa a perder espaço para os inativos –, o País precisa elevar de forma vigorosa a produtividade, assim como necessita de ajuste na Previdência e de investimento educacional em qualificação.

 

Com rapidez o mundo troca a recente “Indústria 4.0”, ou quarta revolução industrial, marcada pela integração de tecnologias digitais, pela moderníssima “Indústria 5.0”, focada na “humanização” da automação, que busca potencializar a criatividade humana tendo a seu serviço a tecnologia. Mas o Brasil ainda engatinha no uso de conceitos já amplamente disseminados como a internet das coisas, a inteligência artificial e a robótica avançada das chamadas “fábricas inteligentes” e está demorando a incorporar de forma ampla as tecnologias digitais.

 

Elevar a produtividade é produzir mais com menos, além de melhorar a qualidade dos produtos. Não é apenas uma forma de garantir mais competitividade às empresas, mas também de aumentar a renda per capita, de forma duradoura, pelos próximos anos.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 04.12.2025. Adaptado)

 

Considere as passagens:

 

Não seria uma notícia ruim, se indicasse uma melhoria profunda e geral da eficiência na produção brasileira, mas a realidade é que o parque fabril vem perdendo fôlego.

 

Foi o que garantiu o saldo positivo, ainda que insignificante, de 0,2% no total.

 

... o País precisa elevar de forma vigorosa a produtividade, assim como necessita de ajuste na Previdência e de investimento educacional em qualificação.

 

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:

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SE15935 - (Coveiro. Prefeitura de Tremembé. 2026. Vunesp) Quando eu era pequeno, tive uma cachorrinha que certa vez adotou uma ninhada de gatinhos abandonados. Era uma mãe tão dedicada que chegou a dar de mamar para os filhotes. Anos mais tarde, descobri com surpresa que esse comportamento de adoção entre diferentes espécies também ocorre com animais na natureza.

 

Mas o que leva um animal a cuidar e alimentar indivíduos de outra espécie? Isso é algo ainda pouco compreendido por cientistas. Os registros de comportamento desse tipo na natureza são raros e ocorrem em diferentes tipos de animais, o que dificulta pensar em uma única explicação para todos os casos.

 

Sabemos que cuidar de filhotes é um comportamento que consome bastante tempo e energia dos pais. Portanto, criar um filhote que não é da mesma espécie não parece muito vantajoso. Então, por que alguns animais fazem isso?

 

Na verdade, a principal explicação da adoção entre espécies parece ser um instinto comum em fêmeas de diversas espécies animais, pelo menos durante certos períodos da vida. Em situações específicas, como quando os filhotes verdadeiros de uma fêmea morrem ou somem, esse instinto pode ser direcionado para filhotes de outras espécies.

 

(Vinícius São Pedro. Já ouviu falar de animais que adotam filhotes de outras espécies? https://chc.org.br, 01.10.2025. Adaptado)

 

Assinale a alternativa em que há emprego de pronome pessoal ou possessivo na frase reescrita do texto.

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SE15934 - (Médico – Medicina do Trabalho e Clínica Geral. UNESP. 2026. Vunesp)

 

Prólogo ao leitor extremamente ocupado

 

“Desocupado leitor…” É assim que Miguel de Cervantes iniciava o prólogo de uma das mais célebres obras literárias da história universal: O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha. Quatrocentos anos depois, neste mundo marcado pelo imediatismo e pelo produtivismo, fico pensando se ainda seria possível iniciar um livro fazendo um convite ao “desocupado leitor” de Cervantes… Pois, na verdade, hoje estamos todos tão extremamente ocupados… Extremamente ocupados e extremamente apressados.

 

Esta pressa e esta azáfama têm, mais que nos ocupado, nos preocupado e, em última análise, nos desumanizado e nos adoecido. E como os que estão doentes precisam de remédio, passo, rapidamente — porque nos falta tempo — a falar sobre o porquê deste livro.

 

Este livro fala sobre um remédio; um tipo muito especial de remédio. O remédio é, como veremos, muito, muito antigo. Foi descoberto ou inventado ainda na aurora da humanidade e, ficando às vezes meio esquecido, precisa ser constantemente resgatado, para que essa mesma humanidade não adoeça mortalmente.

 

Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos? Eu mesmo me lembro o quanto o desejava e esperava, ansiosamente, quando minha mãe, às vezes meu pai, ou mesmo meu avô, vinham administrá-lo à noite, antes de dormir…

 

Sim, não cabe mais fazer mistério: esse remédio são as histórias. As narrativas que, algumas vezes, brotam da imaginação fértil; outras, das coisas efetivamente ocorridas e reinventadas; e, na maioria, dos livros clássicos de contos infantis.

 

Chamo de remédio, porque, desde a mais tenra infância, essas histórias eram o que enchiam a alma, quebravam a rotina dos dias cinzentos, abriam as portas para outras dimensões e patamares da realidade. Divertiam, encantavam, ensinavam e, mesmo quando eram amargas e tristes (pois é próprio do remédio às vezes ser amargo), sempre faziam bem.

 

Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio, fortificante da alma. No contexto do mundo moderno, aliás, passaram a acreditar que tal remédio é não só dispensável, mas até prejudicial, pois ficção, fantasia, sonho, nos distrai da “realidade”, determinada pelas coisas “reais”, sérias, produtivas. Mas então, quando começamos a sentir os sintomas de um tipo muito particular de adoecimento, nos damos conta da sua falta e nos lembramos dos seus efeitos.

 

(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019. Adaptado).

 

No trecho do último parágrafo “Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio...”, o termo destacado estabelece uma relação de

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  • Ano: 2026
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SE15933 - (Vestibular de Medicina. Humanitas. 2026. Vunesp) Leia o conto “Estes contos”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.

 

1 Há muita coisa a emendar em meus contos. Às vezes eles saem totalmente ao contrário daquilo que pretendiam contar. Costumam até ficar melhor, mas nem sempre.

 

Certos contos, os mais simples, parecem inverossímeis, e os inverossímeis, pois também escrevi alguns desta natureza, despertam o comentário: “Daí, quem sabe? Tudo pode acontecer”.

 

Tenho a impressão de que tudo pode mesmo acontecer em matéria de contos, ou melhor, no interior deles. Houve um que se recusou a terminar, como se dissesse: “Fica tão bom assim… Só você não percebe isto”.

 

Duas historietas exigiram que as concluísse confessando minha incapacidade de contista. Como eu me recusasse a atendê-las, retrucaram: “Não faz mal. Não é preciso confessar; todos sabem”.

 

5 Só um de meus contos me acompanha por toda parte, ao jeito de gato fiel, sem que o faça para pedir alimento. É um continho bobo, anão, contente da vida. Vai no meu bolso. Não o leio para ninguém. Seu calor me agasalha. Já não me lembra o que diz, pois nunca o releio, mas sei que é raríssimo o texto que seja amigo do autor, e quanto a este, não duvido. Meu melhor amigo é um continho em branco, de enredo singelo, passado todo ele na antena esquerda de um gafanhoto.

 

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 2025.)

 

Os “pronomes indefinidos se referem à 3ª pessoa do discurso, designando-a de modo vago, impreciso, indeterminado”.

 

(Domingos Paschoal Cegalla. Novíssima gramática da língua portuguesa, 2008. Adaptado.)

 

Está sublinhado um pronome indefinido em:

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  • Ano: 2026
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SE15932 - (Vestibular. FICSAE. 2026. Vunesp) Leia o poema “Com licença poética”, de Adélia Prado, para responder a questão

 

Quando nasci um anjo esbelto, desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira. Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada. Aceito os subterfúgios que me cabem, sem precisar mentir. Não sou tão feia que não possa casar, acho o Rio de Janeiro uma beleza e ora sim, ora não, creio em parto sem dor. Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina. Inauguro linhagens, fundo reinos

 

— dor não é amargura. Minha tristeza não tem pedigree, já a minha vontade de alegria, sua raiz vai ao meu mil avô. Vai ser coxo na vida é maldição pra homem. Mulher é desdobrável. Eu sou.

 

(Adélia Prado, Poesia reunida, 2015.)

 

O modo subjuntivo é o modo verbal que expressa fatos incertos, hipotéticos, desejados, possíveis.

 

Está no modo subjuntivo o verbo sublinhado em:

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  • Ano: 2026
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SE15931 - (Tradutor e Intérprete de Libras. Prefeitura de Campinas. 2026. Vunesp) Leia a tirinha a seguir para responder a questão a seguir:

 

 

(Willian Leite. Figurado e literal. www.willtirando.com.br, 15.05.2026)

 

No trecho “Hoje, metaforicamente, arregacei as mangas.”, a mesma circunstância expressa por “Hoje” está destacada em:

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  • Ano: 2026
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SE15930 - (Técnico em Contabilidade. Prefeitura de Itaquaquecetuba. 2026. Vunesp) Leia o texto para responder a questão.

 

A coerência do Banco Central Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.

 

Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.

 

Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.

 

A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)

 

Na frase do último parágrafo “Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia.”, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:

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SE15929 - (Médico Anestesista Plantonista. Prefeitura de Osasco. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder a questão:

 

A base invisível da transformação digital

 

À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

 

Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

 

É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

 

O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

 

À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

 

A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

 

Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.

 

(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)

 

Considere as passagens:

 

• Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida. (3º parágrafo)

 

• À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade. (5º parágrafo)

 

As expressões destacadas veiculam, correta e respectivamente, sentidos de

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SE15928 - (Arquiteto. Prefeitura de Tremembé. 2026. Vunesp)

 

 

(André Dahmer. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOvidimDmDy/?igsh=M2hjNWN0cTgxYzl0%0A)

 

A respeito do emprego de advérbios na tira, segundo a norma-padrão, é correto afirmar que o advérbio

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