SE15666 - (Eletricista. SAAEB Ambiental. 2026. Vunesp) Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.
SE15665 - (Engenheiro Agrimensor. Prefeitura de Osasco. 2026. Vunesp) Leia a tira para responder à questão.

(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 11.04.2026. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do 1º quadrinho devem ser preenchidas, respectivamente, com:
SE15664 - (Professor de Educação Básica I. Prefeitura de Jardinópolis. 2026. Vunesp) Leia o texto para responder à questão a seguir:
As crianças deixadas para trás
O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.
Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.
Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.
O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.
A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
SE15663 - (Assistente Social. Prefeitura de Jardinópolis. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão.
A subjetividade do tribunal racial
A ex-oficial de chancelaria Flávia Goes de Medeiros foi exonerada do Itamaraty há poucas semanas por não ter sido considerada apta a se beneficiar do sistema de cotas, por meio do qual ingressou na instituição por concurso em 2024. O futuro da sra. Medeiros no serviço público está em discussão na Justiça, mas seu caso lança nova luz sobre o velho problema das tais “bancas de heteroidentificação”, verdadeiros tribunais raciais que, pautados por critérios absolutamente subjetivos, determinam, com base no olhar, quem é preto ou pardo o suficiente para ser digno de reparação histórica.
A Lei nº 15.142/2025 determina que podem concorrer a 30% das vagas reservadas no serviço público aqueles que se autodeclararem pretos ou pardos, conforme os critérios utilizados pelo IBGE. Porém, o mesmo diploma legal estabelece que essa autodeclaração deve ser submetida a um procedimento de confirmação. Em outras palavras: o Estado que afirma confiar na palavra do cidadão para fins censitários é o mesmo que, no que concerne aos concursos públicos, demonstra não ter tanta confiança assim.
É no meio dessa confusão que as tais bancas de heteroidentificação, encarregadas de avaliar os traços fenotípicos dos candidatos, têm espaço de sobra para praticar uma espécie de “achismo” racial, chamemos assim. Não há parâmetros objetivos capazes de definir a partir de que tom de pele ou traço facial alguém deixou de ser negro. O resultado é este a que assistimos na administração e nas universidades públicas: a prevalência das percepções individuais dos membros dos tribunais raciais sobre critérios verificáveis de admissão, como, por exemplo, a condição socioeconômica dos postulantes.
Como bem observou ao Estadão o professor Wilson Gomes, da Universidade Federal da Bahia, causa espanto a normalização, no Brasil, de uma polícia racial encarregada de examinar o tamanho do nariz ou dos lábios de uma pessoa, o tipo de cabelo, a tonalidade da pele e outros traços distintivos para decidir quem tem direito a se beneficiar de uma política pública. A descrição do professor Gomes pode soar desconfortável para muitos, mas é exatamente isso o que tem ocorrido.
É óbvio que fraudes existem e têm de ser combatidas. Mas isso não justifica a institucionalização de um sistema que confere enormes poderes a terceiros para arbitrar identidades raciais que, repita-se, a lei autoriza que sejam autodeclaradas.
O País precisa debater sem paixões a existência dessas bancas de heteroidentificação. Na República, a vigência de políticas públicas não pode depender da avaliação pessoal de servidores incapazes de oferecer o que a própria Constituição exige deles: objetividade.
(Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.06.2026. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o emprego e a colocação dos pronomes estão de acordo com a norma-padrão.
SE15662 - (Assistente de Suporte Acadêmico II – Laboratórios Didáticos e de Pesquisa. UNESP. 2026. Vunesp) Leia a tira para responder à questão.

(M. Schulz, “Minduim Charles”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 26.12.2025. Adaptado)
No contexto da história, a frase da menina no 3º quadrinho pode ser substituída por:
SE15661 - (Professor de Educação Básica I. Prefeitura de Araçatuba. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão:
Uma sociedade violenta forma adolescentes violentos
Entender não é justificar, proteger não é passar pano e pensar não é relativizar o sofrimento de ninguém. Mas punir sem compreender é apenas reproduzir a violência que dizemos combater.
Não tem mistério. Uma sociedade mergulhada na violência cotidiana não tem como não gerar adolescentes tão violentos quanto as atrocidades que adultos cometem. Diariamente, manchetes de jornais, portais de notícias e redes sociais exibem cenas de agressão, linchamentos, brigas de trânsito, ataques verbais e físicos. O aviso de “Cuidado, cenas sensíveis” tornou-se rotina. O que antes causaria espanto hoje é consumido com naturalidade. A violência deixou de ser exceção e passou a ser a paisagem.
Vivemos em uma sociedade que responde a frustrações cotidianas com agressão. Discussões em filas, escolas, condomínios e redes sociais escalam rapidamente para violência verbal e física. Tudo é filmado, compartilhado, comentado. O algoritmo recompensa o conflito. O ódio gera engajamento. A agressividade vira linguagem corrente.
Essa cultura não surge do nada. Ela se retroalimenta. Crianças e adolescentes crescem imersos em um ambiente em que o conflito gera atenção, a agressividade gera visibilidade e a exposição gera recompensa. Não se trata apenas do que se vê, mas do que se aprende sobre como lidar com raiva, frustração e limites.
O cérebro adolescente ainda está em formação, sobretudo nas áreas responsáveis por controle de impulsos, empatia e tomada de decisão. Ao mesmo tempo o sistema emocional é altamente sensível a estímulos intensos. A exposição constante a cenas de violência – reais ou simbólicas – provoca um processo de dessensibilização. O choque diminui, a empatia se embota, o cérebro se anestesia.
(Carolina Delboni. Disponível em: https://www.estadao.com.br/emais. Adaptado)
Considere a passagem adaptada do texto a seguir:
Todos os dias ocorrem cenas de agressão, linchamentos, brigas de trânsito, ataques verbais e físicos, e manchetes de jornais, portais de notícias e redes sociais...
Assinale a alternativa que, em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação do pronome, dá sequência à passagem apresentada.
SE15660 - (Agente Escolar. Prefeitura de Araçatuba. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão:
Cão terapeuta ajuda na recuperação de pacientes
Os pacientes do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt (HRHDS), em Joinville, recebem uma visita especial. A unidade conta com o serviço de cinoterapia realizado pelo Polenta, um golden retriever de quatro anos. Apelidado de Popô, o cão tem temperamento dócil, afetuoso e sociável, características essenciais para a Terapia Assistida por Animais (TAA). Sua presença ameniza desafios emocionais enfrentados por pacientes internados, como estresse, ansiedade e depressão, oferecendo conforto.
Coordenadas por Fabiane Guizoni, as visitas ocorrem quinzenalmente, com acompanhamento da tutora Lucimar Leoni. Polenta percorre os setores de internação, levando momentos de leveza e acolhimento a pacientes, acompanhantes e profissionais. Para atuar na cinoterapia, os cães seguem cuidados especiais, como vacinação atualizada, vermifugação e controle de parasitas. Também passam por treinamento para garantir comportamento adequado. Polenta recebe acompanhamento veterinário, mantém o esquema vacinal e segue protocolos de higiene, garantindo total segurança nos encontros.
“Quando o Polenta vai para lá, todo mundo fica feliz, remete a uma volta para casa, aos seus bichinhos, e isso faz muito bem. Ele deixa muitos ‘pelinhos de felicidade’ e ‘pelinhos de esperança’ para que todos fiquem bem. Naquele dia a pessoa sorriu e esqueceu um pouco da doença”, diz a tutora. A cinoterapia, ou Terapia Assistida por Animais, é uma prática que traz benefícios à saúde física e emocional dos pacientes. O contato com um animal oferece alívio e fortalece a humanização no ambiente hospitalar, especialmente para quem fica longos períodos longe de casa e de seus próprios animais de estimação.
(Secom – Governo do Estado de SC, “Cão terapeuta ajuda na recuperação de pacientes”. Disponível em: www.saude.sc.gov.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita de trecho do texto está de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.
SE15659 - (Auxiliar Administrativo. Câmara Municipal de Nova Odessa. 2026. Vunesp) Assinale a alternativa em que a expressão destacada está em conformidade com a norma-padrão.
SE15658 - (Tradutor e Intérprete de Libras. Prefeitura de Campinas. 2026. Vunesp) A norma-padrão de colocação pronominal está respeitada em:
SE15657 - (Agente de Defesa Civil. Prefeitura de Osasco. 2026. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.
Ar poluído até no interior
Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.
O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.
Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.
Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.
O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.
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