Questões Comentadas

Estude com 16826 questões.
  • 12581
  • Ano: 2015
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição e conjunção

SE4430 - (5º Simulado Geral. 2015. Vunesp) Assinale a alternativa em que todos os verbos do enunciado estão conjugados no mesmo tempo verbal.

  • 12582
  • Ano: 2015
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Leitura e interpretação de diversos tipos de textos (literários e não literários)

SE4429 - (5º Simulado Geral. 2015. Vunesp) Leia a tira para responder à questão.

 

 

Em norma-padrão da língua portuguesa e em conformidade com os sentidos da tira, a resposta da mulher à pergunta “O que ensinou a ele?” poderia ser:

  • 12583
  • Ano: 2019
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Colocação pronominal

SE4428 - (5º Simulado Geral. 2019. Vunesp) Assinale a alternativa em que a colocação dos pronomes atende à norma-padrão da língua portuguesa.

  • 12584
  • Ano: 2021
  • Banca: INÉDITAS
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE4427 - (5º Simulado Geral. 2021. Inéditas) Assinale a alternativa que contém a frase redigida segundo a norma-padrão de concordância verbal.

  • 12585
  • Ano: 2015
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Regência verbal e nominal

SE4426 - (5º Simulado Geral. 2015. Vunesp)  Leia o texto para responder às questões de 08 a 10.

 

O Arquivo da Academia Brasileira de Letras (ABL) possui uma grande variedade de documentos textuais e iconográficos. É composto por correspondências, discursos, originais de obras literárias, fotografias e periódicos. Esses documentos, acumulados pela Academia desde a sua fundação, em 1897, recebem tratamento de acordo com as normas arquivísticas contemporâneas.

 

O Arquivo é composto por duas linhas de acervo: o Arquivo dos Acadêmicos, com a documentação pessoal dos membros efetivos, patronos e sócios correspondentes, e o Arquivo Institucional, com a documentação administrativa e funcional. Notícias e textos literários publicados em jornais e revistas formam a Hemeroteca, outra valiosa fonte de pesquisa sobre os Acadêmicos e a Academia.

 

(www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=14. Adaptado)

 

Considerando as regras de regência do verbo compor no contexto da frase seguinte, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

 

O Arquivo Institucional compõe-se ___ documentação administrativa e funcional da Academia.

  • 12586
  • Ano: 2015
  • Banca: OUTRAS
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE4425 - (5º Simulado Geral. 2015. Vunesp)  Leia o texto para responder às questões de 08 a 10.

 

O Arquivo da Academia Brasileira de Letras (ABL) possui uma grande variedade de documentos textuais e iconográficos. É composto por correspondências, discursos, originais de obras literárias, fotografias e periódicos. Esses documentos, acumulados pela Academia desde a sua fundação, em 1897, recebem tratamento de acordo com as normas arquivísticas contemporâneas.

 

O Arquivo é composto por duas linhas de acervo: o Arquivo dos Acadêmicos, com a documentação pessoal dos membros efetivos, patronos e sócios correspondentes, e o Arquivo Institucional, com a documentação administrativa e funcional. Notícias e textos literários publicados em jornais e revistas formam a Hemeroteca, outra valiosa fonte de pesquisa sobre os Acadêmicos e a Academia.

 

(www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=14. Adaptado)

 

Uma frase do texto reescrita corretamente, no que se refere à concordância padrão da língua portuguesa, sem contradizer as informações originais, está em:

  • 12587
  • Ano: 2015
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Pontuação

SE4424 - (5º Simulado Geral. 2015. Vunesp)  Considere o texto a seguir, do qual foram suprimidos os sinais de pontuação, e assinale a alternativa em que a pontuação é reestabelecida corretamente.

 

A Biblioteca Nacional do Brasil considerada pela UNESCO uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo é também a maior biblioteca da América Latina

 

(www.bn.br/biblioteca-nacional/historico. Adaptado)

  • 12588
  • Ano: 2015
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição e conjunção

SE4423 - (5º Simulado Geral. 2015. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de 01 a 06.

 

Sobre livros, leituras e literatura

 

Em “Sobre leitura e os livros”, Schopenhauer afirma que, quando lemos, “outra pessoa pensa por nós”. No contato com “aquelas palavras”, somos dispensados de pensar e deixamo-nos levar pelo pensamento do autor.

 

Apreendida superficialmente, a crítica de Schopenhauer pode ser interpretada como uma apologia da não leitura. Mas é exatamente isto o que não se pode fazer: lê-lo num relâmpago. O ensaio de Schopenhauer deve ser compreendido pelo seu reverso. A leitura desse texto funciona como uma prática do que expõe o filósofo: não se deve ler sem profundidade; deve-se ler atentamente.

 

Ao ler sem aprofundamento, corre-se o risco da incompreensão das ideias do outro, tornando o ato de leitura um grande vazio. Um bom texto, para Schopenhauer, pede um gesto que desperte nossos próprios pensamentos. A leitura pela leitura – em quantidade, sem qualidade – faz com que se perca “gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo”.

 

Schopenhauer acredita que o abominável nesse modo de ler é a não possibilidade de se despertar o que está em cada um de nós em potencial. A leitura “precisa deixar marcas no espírito”. O leitor – um leitor forte – não pode se tornar um mero reprodutor de ideias; estas devem fazer brotar as suas próprias.

 

A qualidade literária de um texto, então, torna-se fundamental para esse vir a ser. O autor considera que “a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia, ou amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza de expressão, ou mesmo a argúcia” se adquirem quando se leem escritores que têm essas qualidades, e essas qualidades são evocadas em nós. “Essa é a única maneira de a leitura ensinar a escrever, na medida em que ela nos mostra o uso que podemos fazer de nossos próprios dons naturais.”

 

“Os livros ruins deveriam ser banidos”, brada o filósofo. A atualidade de seu texto está na crítica à indústria cultural em formação. Schopenhauer observa a quantidade de livros ruins no mercado e a valorização que se dá a estes, “essa abundante erva daninha da literatura que tira nutrição do trigo e o sufoca”, roubando “tempo, dinheiro e atenção do público”. Acredita que se deva ler só o que não é objeto de ocupação do grande público. Segundo ele, não se deve ler “o que é ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados”.

 

(Sandra Regina Nunes. FACOM, nº 19, 2008, www.faap.br/revista_faap/ revista_facom/facom_19/sandranunes.pdf. Adaptado)

 

Considere a seguinte passagem:

 

Segundo ele, não se deve ler “o que é ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados”.

 

As expressões segundo e pois, em destaque, têm, respectivamente, valor

  • 12589
  • Ano: 2015
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Sentido próprio e figurado das palavras

SE4422 - (5º Simulado Geral. 2015. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de 01 a 06.

 

Sobre livros, leituras e literatura

 

Em “Sobre leitura e os livros”, Schopenhauer afirma que, quando lemos, “outra pessoa pensa por nós”. No contato com “aquelas palavras”, somos dispensados de pensar e deixamo-nos levar pelo pensamento do autor.

 

Apreendida superficialmente, a crítica de Schopenhauer pode ser interpretada como uma apologia da não leitura. Mas é exatamente isto o que não se pode fazer: lê-lo num relâmpago. O ensaio de Schopenhauer deve ser compreendido pelo seu reverso. A leitura desse texto funciona como uma prática do que expõe o filósofo: não se deve ler sem profundidade; deve-se ler atentamente.

 

Ao ler sem aprofundamento, corre-se o risco da incompreensão das ideias do outro, tornando o ato de leitura um grande vazio. Um bom texto, para Schopenhauer, pede um gesto que desperte nossos próprios pensamentos. A leitura pela leitura – em quantidade, sem qualidade – faz com que se perca “gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo”.

 

Schopenhauer acredita que o abominável nesse modo de ler é a não possibilidade de se despertar o que está em cada um de nós em potencial. A leitura “precisa deixar marcas no espírito”. O leitor – um leitor forte – não pode se tornar um mero reprodutor de ideias; estas devem fazer brotar as suas próprias.

 

A qualidade literária de um texto, então, torna-se fundamental para esse vir a ser. O autor considera que “a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia, ou amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza de expressão, ou mesmo a argúcia” se adquirem quando se leem escritores que têm essas qualidades, e essas qualidades são evocadas em nós. “Essa é a única maneira de a leitura ensinar a escrever, na medida em que ela nos mostra o uso que podemos fazer de nossos próprios dons naturais.”

 

“Os livros ruins deveriam ser banidos”, brada o filósofo. A atualidade de seu texto está na crítica à indústria cultural em formação. Schopenhauer observa a quantidade de livros ruins no mercado e a valorização que se dá a estes, “essa abundante erva daninha da literatura que tira nutrição do trigo e o sufoca”, roubando “tempo, dinheiro e atenção do público”. Acredita que se deva ler só o que não é objeto de ocupação do grande público. Segundo ele, não se deve ler “o que é ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados”.

 

(Sandra Regina Nunes. FACOM, nº 19, 2008, www.faap.br/revista_faap/ revista_facom/facom_19/sandranunes.pdf. Adaptado)

 

Uma palavra/expressão empregada com sentido exclusivamente figurado no texto está destacada em:

  • 12590
  • Ano: 2015
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Sinônimos e antônimos

SE4421 - (5º Simulado Geral. 2015. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de 01 a 06.

 

Sobre livros, leituras e literatura

 

Em “Sobre leitura e os livros”, Schopenhauer afirma que, quando lemos, “outra pessoa pensa por nós”. No contato com “aquelas palavras”, somos dispensados de pensar e deixamo-nos levar pelo pensamento do autor.

 

Apreendida superficialmente, a crítica de Schopenhauer pode ser interpretada como uma apologia da não leitura. Mas é exatamente isto o que não se pode fazer: lê-lo num relâmpago. O ensaio de Schopenhauer deve ser compreendido pelo seu reverso. A leitura desse texto funciona como uma prática do que expõe o filósofo: não se deve ler sem profundidade; deve-se ler atentamente.

 

Ao ler sem aprofundamento, corre-se o risco da incompreensão das ideias do outro, tornando o ato de leitura um grande vazio. Um bom texto, para Schopenhauer, pede um gesto que desperte nossos próprios pensamentos. A leitura pela leitura – em quantidade, sem qualidade – faz com que se perca “gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo”.

 

Schopenhauer acredita que o abominável nesse modo de ler é a não possibilidade de se despertar o que está em cada um de nós em potencial. A leitura “precisa deixar marcas no espírito”. O leitor – um leitor forte – não pode se tornar um mero reprodutor de ideias; estas devem fazer brotar as suas próprias.

 

A qualidade literária de um texto, então, torna-se fundamental para esse vir a ser. O autor considera que “a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia, ou amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza de expressão, ou mesmo a argúcia” se adquirem quando se leem escritores que têm essas qualidades, e essas qualidades são evocadas em nós. “Essa é a única maneira de a leitura ensinar a escrever, na medida em que ela nos mostra o uso que podemos fazer de nossos próprios dons naturais.”

 

“Os livros ruins deveriam ser banidos”, brada o filósofo. A atualidade de seu texto está na crítica à indústria cultural em formação. Schopenhauer observa a quantidade de livros ruins no mercado e a valorização que se dá a estes, “essa abundante erva daninha da literatura que tira nutrição do trigo e o sufoca”, roubando “tempo, dinheiro e atenção do público”. Acredita que se deva ler só o que não é objeto de ocupação do grande público. Segundo ele, não se deve ler “o que é ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados”.

(Sandra Regina Nunes. FACOM, nº 19, 2008, www.faap.br/revista_faap/ revista_facom/facom_19/sandranunes.pdf. Adaptado)

 

Um sinônimo para o termo argúcia, em destaque no quinto parágrafo, é:

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