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Estude com 16896 questões.
  • 6491
  • Ano: 2019
  • Banca: FCC
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados. Relação do texto com seu contexto histórico.

SE10746 - (Analista de Planejamento, orçamento e gestão. 2019. FCC) Atenção: Para responder às questões de números 6 a 8, baseie-se no texto abaixo.

 

Envelhecer

 

Vá um homem envelhecendo, e caia na tolice de pensar que envelhece por inteiro − famosa tolice. Alguém já notou: envelhecemos nisto, não naquilo; este trecho ainda é verde, aquele outro já quase apodrece; aqui há seiva estuando, além é coisa murcha.

 

A infância não volta, mas não vai − fica recolhida, como se diz de certas doenças. Pode dar um acesso. Outro dia sofri um ataque não de infância, mas de adolescência: precipitei-me célere, árdego*, confuso. Meus olhos estavam úmidos e ardiam; mãos trêmulas; os demônios me apertavam a garganta; eu me sentia inibido, mas agia com estranha velocidade por fora. Exatamente o contrário do que convém a um senhor de minha idade e condição.

 

Pior é o ataque de infância: o respeitável cavalheiro de repente começa a agir como um menino bobo. Será que só eu sou assim, ou os outros disfarçam melhor?

 

*árdego: impetuoso.

(BRAGA, Rubem. Recado de primavera. Rio de Janeiro: Record, 1984, p. 71)

 

O segmento que inicia o texto − Vá um homem envelhecendo, e caia na tolice − deve ser entendido como

  • 6492
  • Ano: 2019
  • Banca: FCC
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados. Relação do texto com seu contexto histórico.

SE10745 - (Analista de Planejamento, orçamento e gestão. 2019. FCC) Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

 

O futuro de uma desilusão

 

A ilusão de que uma metafísica calcada na ciência permitiria banir o mistério do mundo caducou − e agora? O que nos resta fazer? Não se pode esperar da ciência respostas a inquietações que estão constitutivamente além de seu horizonte de possibilidades. A ciência só se coloca problemas que ela é capaz, em princípio, de resolver, ou seja, questões que se prestam a um tratamento empírico-dedutivo e cujas respostas admitem a possibilidade da refutação.

 

Há um equívoco em abordar as extraordinárias conquistas do método científico com o olhar expectante da busca religiosa ou metafísica. Ao mesmo tempo, contudo, parece simplesmente descabida, além de irrealista, a pretensão de se limitar a esfera do que é pertinente inquirir à província da investigação científica, como se a ciência gozasse da prerrogativa de definir ou demarcar o âmbito do que há para ser explicado no mundo. Uma coisa é dizer que o animal humano partilha dos mesmos objetivos básicos − sobreviver e reproduzir das demais formas de vida; outra, muito distinta, é afirmar que “nenhuma espécie, inclusive a nossa, possui um propósito que vá além dos imperativos criados por sua história genética” e que, portanto, a espécie humana “carece de qualquer objetivo externo à sua própria natureza biológica”: pois, ao dar esse passo, saltamos da observação ao decreto e da constatação ao cerceamento da busca.

 

A teima interrogante do saber não admite ser detida e barrada, como contrabando ou imigrante clandestino, pela polícia da fronteira na divisa onde findam os porquês da ciência.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 37-38)

 

Um segmento do texto permanecerá correto e manterá seu sentido, caso se substitua o elemento sublinhado pelo que se indica entre parênteses, no seguinte caso:

  • 6493
  • Ano: 2019
  • Banca: FCC
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE10744 - (Analista de Planejamento, orçamento e gestão. 2019. FCC) Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

 

O futuro de uma desilusão

 

A ilusão de que uma metafísica calcada na ciência permitiria banir o mistério do mundo caducou − e agora? O que nos resta fazer? Não se pode esperar da ciência respostas a inquietações que estão constitutivamente além de seu horizonte de possibilidades. A ciência só se coloca problemas que ela é capaz, em princípio, de resolver, ou seja, questões que se prestam a um tratamento empírico-dedutivo e cujas respostas admitem a possibilidade da refutação.

 

Há um equívoco em abordar as extraordinárias conquistas do método científico com o olhar expectante da busca religiosa ou metafísica. Ao mesmo tempo, contudo, parece simplesmente descabida, além de irrealista, a pretensão de se limitar a esfera do que é pertinente inquirir à província da investigação científica, como se a ciência gozasse da prerrogativa de definir ou demarcar o âmbito do que há para ser explicado no mundo. Uma coisa é dizer que o animal humano partilha dos mesmos objetivos básicos − sobreviver e reproduzir das demais formas de vida; outra, muito distinta, é afirmar que “nenhuma espécie, inclusive a nossa, possui um propósito que vá além dos imperativos criados por sua história genética” e que, portanto, a espécie humana “carece de qualquer objetivo externo à sua própria natureza biológica”: pois, ao dar esse passo, saltamos da observação ao decreto e da constatação ao cerceamento da busca.

 

A teima interrogante do saber não admite ser detida e barrada, como contrabando ou imigrante clandestino, pela polícia da fronteira na divisa onde findam os porquês da ciência.

 

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 37-38)

 

Há presença de forma verbal na voz passiva e pleno atendimento às normas de concordância na seguinte frase:

  • 6494
  • Ano: 2019
  • Banca: FCC
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Reescrita de frases e parágrafos do texto (significação, substituição, reorganização, reescrita)

SE10743 - (Analista de Planejamento, orçamento e gestão. 2019. FCC) Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

 

O futuro de uma desilusão

 

A ilusão de que uma metafísica calcada na ciência permitiria banir o mistério do mundo caducou − e agora? O que nos resta fazer? Não se pode esperar da ciência respostas a inquietações que estão constitutivamente além de seu horizonte de possibilidades. A ciência só se coloca problemas que ela é capaz, em princípio, de resolver, ou seja, questões que se prestam a um tratamento empírico-dedutivo e cujas respostas admitem a possibilidade da refutação.

 

Há um equívoco em abordar as extraordinárias conquistas do método científico com o olhar expectante da busca religiosa ou metafísica. Ao mesmo tempo, contudo, parece simplesmente descabida, além de irrealista, a pretensão de se limitar a esfera do que é pertinente inquirir à província da investigação científica, como se a ciência gozasse da prerrogativa de definir ou demarcar o âmbito do que há para ser explicado no mundo. Uma coisa é dizer que o animal humano partilha dos mesmos objetivos básicos − sobreviver e reproduzir das demais formas de vida; outra, muito distinta, é afirmar que “nenhuma espécie, inclusive a nossa, possui um propósito que vá além dos imperativos criados por sua história genética” e que, portanto, a espécie humana “carece de qualquer objetivo externo à sua própria natureza biológica”: pois, ao dar esse passo, saltamos da observação ao decreto e da constatação ao cerceamento da busca.

 

A teima interrogante do saber não admite ser detida e barrada, como contrabando ou imigrante clandestino, pela polícia da fronteira na divisa onde findam os porquês da ciência.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 37-38)

 

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

  • 6495
  • Ano: 2019
  • Banca: FCC
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Leitura e interpretação de diversos tipos de textos (literários e não literários)

SE10742 - (Analista de Planejamento, orçamento e gestão. 2019. FCC) Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

 

O futuro de uma desilusão

 

A ilusão de que uma metafísica calcada na ciência permitiria banir o mistério do mundo caducou − e agora? O que nos resta fazer? Não se pode esperar da ciência respostas a inquietações que estão constitutivamente além de seu horizonte de possibilidades. A ciência só se coloca problemas que ela é capaz, em princípio, de resolver, ou seja, questões que se prestam a um tratamento empírico-dedutivo e cujas respostas admitem a possibilidade da refutação.

 

Há um equívoco em abordar as extraordinárias conquistas do método científico com o olhar expectante da busca religiosa ou metafísica. Ao mesmo tempo, contudo, parece simplesmente descabida, além de irrealista, a pretensão de se limitar a esfera do que é pertinente inquirir à província da investigação científica, como se a ciência gozasse da prerrogativa de definir ou demarcar o âmbito do que há para ser explicado no mundo. Uma coisa é dizer que o animal humano partilha dos mesmos objetivos básicos − sobreviver e reproduzir das demais formas de vida; outra, muito distinta, é afirmar que “nenhuma espécie, inclusive a nossa, possui um propósito que vá além dos imperativos criados por sua história genética” e que, portanto, a espécie humana “carece de qualquer objetivo externo à sua própria natureza biológica”: pois, ao dar esse passo, saltamos da observação ao decreto e da constatação ao cerceamento da busca.

 

A teima interrogante do saber não admite ser detida e barrada, como contrabando ou imigrante clandestino, pela polícia da fronteira na divisa onde findam os porquês da ciência.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 37-38)

 

No segundo parágrafo, o que o autor considera simplesmente descabido é o fato de

  • 6496
  • Ano: 2019
  • Banca: FCC
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados. Relação do texto com seu contexto histórico.

SE10741 - (Analista de Planejamento, orçamento e gestão. 2019. FCC) Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

 

O futuro de uma desilusão

 

A ilusão de que uma metafísica calcada na ciência permitiria banir o mistério do mundo caducou − e agora? O que nos resta fazer? Não se pode esperar da ciência respostas a inquietações que estão constitutivamente além de seu horizonte de possibilidades. A ciência só se coloca problemas que ela é capaz, em princípio, de resolver, ou seja, questões que se prestam a um tratamento empírico-dedutivo e cujas respostas admitem a possibilidade da refutação.

 

Há um equívoco em abordar as extraordinárias conquistas do método científico com o olhar expectante da busca religiosa ou metafísica. Ao mesmo tempo, contudo, parece simplesmente descabida, além de irrealista, a pretensão de se limitar a esfera do que é pertinente inquirir à província da investigação científica, como se a ciência gozasse da prerrogativa de definir ou demarcar o âmbito do que há para ser explicado no mundo. Uma coisa é dizer que o animal humano partilha dos mesmos objetivos básicos − sobreviver e reproduzir das demais formas de vida; outra, muito distinta, é afirmar que “nenhuma espécie, inclusive a nossa, possui um propósito que vá além dos imperativos criados por sua história genética” e que, portanto, a espécie humana “carece de qualquer objetivo externo à sua própria natureza biológica”: pois, ao dar esse passo, saltamos da observação ao decreto e da constatação ao cerceamento da busca.

 

A teima interrogante do saber não admite ser detida e barrada, como contrabando ou imigrante clandestino, pela polícia da fronteira na divisa onde findam os porquês da ciência.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 37-38)

 

Ao considerar os poderes da ciência, o autor julga que eles

  • 6497
  • Ano: 2013
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Direito Processual Civil
  • Tema: Lei nº 11.419/2006 - Lei do Processo Judicial Eletrônico

SE10740 - (Analista Judiciário. TRT/15. 2013. FCC) De acordo com a Lei no 11.419/06, as intimações serão feitas por meio eletrônico em portal próprio, dispensando-se a publicação no órgão oficial, inclusive eletrônico. Considerar- se-á realizada a intimação no dia em que o intimando efetivar a consulta eletrônica ao teor da intimação, certificando-se nos autos a sua realização. A referida consulta deverá ser feita em até

  • 6498
  • Ano: 2014
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Direito Processual Civil
  • Tema: Lei nº 11.419/2006 - Lei do Processo Judicial Eletrônico

SE10739 - (Técnico Judiciário. TRF/4. 2014. FCC) No tocante ao Processo Eletrônico, considere:

 

I. Para o disposto na Lei de Informatização do Processo Judicial, considera-se transmissão eletrônica qualquer forma de armazenamento ou tráfego de documentos e arquivos digitais.

 

II. As citações, intimações, notificações e remessas que viabilizem o acesso à íntegra do processo correspondente serão consideradas vista pessoal do interessado para todos os efeitos legais.

 

III. É obrigatória a formação de autos suplementares de processo eletrônico, para garantia do devido processo legal e do contraditório, na eventualidade de problemas com o sistema de segurança de acesso e armazenamento de dados.

 

De acordo com a Lei no 11.419/2006, está correto o que consta APENAS em

  • 6499
  • Ano: 2014
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Direito Processual Civil
  • Tema: Lei nº 11.419/2006 - Lei do Processo Judicial Eletrônico

SE10738 - (Técnico Judiciário. TRT/2. 2014. FCC) No tocante ao processo eletrônico, instituído pela Lei nº 11.419/2006, é correto afirmar:

  • 6500
  • Ano: 2015
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Direito Processual Civil
  • Tema: Lei nº 11.419/2006 - Lei do Processo Judicial Eletrônico

SE10737 - (Defensor Público. 2015. FCC) Em um processo eletrônico, foi disponibilizada intimação eletrônica no Portal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, destinada ao Defensor Público responsável. A intimação se referia a decisão que deferia ao Defensor o prazo de 05 (cinco) dias para manifestação. Diante desta situação, e levando-se em consideração o disposto na Lei nº 11.419/06 (Lei do Processo Eletrônico), o prazo de 05 (cinco) dias para a manifestação terá início

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