SE11727 - (ago/24) A renúncia de Sheikh Hasina, primeira-ministra de Bangladesh, em 2024, foi causada por:

SE11726 - (ago/24) A Turquia bloqueou o acesso ao Instagram em 2024 após uma polêmica envolvendo a rede social.
Qual foi a justificativa oficial dada pelo governo turco para essa decisão?
SE11725 - (jul/24) O assassinato de Ismail Haniyeh, líder do grupo terrorista Hamas, ocorreu no contexto de tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Qual das alternativas a seguir melhor descreve os desdobramentos imediatos do assassinato?
SE11724 - (ago/24) A nova lei do Novo Ensino Médio sancionada pelo Presidente Lula, com vetos, traz diversas mudanças estruturais no currículo e na organização do ensino médio brasileiro.
Com base nas diretrizes apresentadas, assinale a alternativa CORRETA:
SE11723 - (Técnico Legislativo. Itapeva. 2024. Vunesp) Considere as passagens:
• Depois de muito procurarem, viram um sanhaço pousado num galho de mangueira... (3º parágrafo)
• “Hum-hum... perna grande guerreiro melhorou nada...” (4º parágrafo)
• Passados uns dias, no entanto, voltaram a apelar para seus dotes de curandeiro. (6º parágrafo)
• Lá foi o pajé para a tenda do cacique, encontrando-o deitado... (6º parágrafo)
Conforme o emprego que têm no texto, os termos destacados são, correta e respectivamente:
SE11721 - (Professor. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.
Desigualdade marcou processo de alfabetização infantil durante a pandemia
Uma pesquisa realizada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) mostrou que apenas quatro em cada dez alunos do segundo ano fundamental são alfabetizados. O estudo também mostrou que as taxas de alfabetização diminuíram. Em 2019, 39,7% das crianças nessa faixa etária não eram alfabetizadas e, em 2021, essa porcentagem chegou a 56,4%.
Émerson de Pietri, professor da Faculdade de Educação da USP, comenta que no processo de alfabetização infantil houve muita desigualdade em relação a quem tinha condições de aprender durante o período da pandemia, por meio do acesso a tecnologias e do amparo em casa. “Isso demonstra, de modo muito evidente, o papel da escola na nossa sociedade. Uma vez que a escola não esteve presente e não pôde realizar o que ela tem feito historicamente no Brasil, tivemos impactos nefastos na aprendizagem, se observarmos a quantidade de crianças que não conseguiram se alfabetizar no tempo esperado”, explica. Assim, o novo desafio enfrentado pelos educadores é como garantir que essas crianças possam se alfabetizar e continuar seu percurso escolar de forma satisfatória. A escola pública garante, historicamente, que grandes camadas da população se alfabetizem.
Em contato com escolas públicas que atendem às regiões menos favorecidas, percebeu-se que faltava acesso a recursos tecnológicos – o que impedia que as crianças criassem um cotidiano escolar –, e mesmo quando estes estavam presentes, muitas vezes não havia o amparo familiar necessário para o aprendizado, o que comprometeu a alfabetização. “O processo de alfabetização e de aprendizado, de maneira mais ampla, depende do processo de interação entre aquele que aprende — nesse caso, a criança – e aquele que ensina – o professor, os pais ou adultos que possam auxiliar em um determinado momento”, pontua o professor.
(Jornal da USP. 6 de set. 2023. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=681244)
O termo destacado em “Isso demonstra, de modo muito evidente” pertence à mesma classe gramatical que aquele destacado em:
SE11718 - (Enfermeiro do Trabalho. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.
Com tanta coisa acontecendo no mundo, deve ser moleza arranjar assunto fresquinho para escrever. Foi o que me disseram outro dia, e me flagrei pensando: quem dera.
Recebemos uma overdose de informação, mas isso não significa que os acontecimentos sejam surpreendentes a ponto de fazer a festa dos colunistas. É leite tirado de pedra diariamente. Como ser original quando tudo se repete e repete e repete?
O Brasil inteiro está comentando a lista de convocados pelo técnico, uns o criticando, outros o absolvendo, e daqui a pouco uma nova Copa começará em que a nossa seleção terá boa chance de vencer, e alguma de perder. Já não passamos por isso antes, igualzinho?
Questões envolvendo a extradição de um criminoso, ataques sangrentos em alguns países, crise nas Bolsas de Valores, barreiras comerciais afetando a relação entre países, alerta para chuva forte, violência nas estradas. Mais do mesmo.
Atos insanos surgem aqui e ali, nos escandalizando por alguns dias, fazendo com que discutamos sobre mentes doentias e a necessidade que tantos têm de espetacularizar a própria história, e então, passado o susto, viramos a página.
Crises econômicas, conflitos religiosos, garotos matando colegas de aula, casamentos e separações de celebridades, denúncias de corrupção, tendências da moda outono-inverno, últimos capítulos de novela. O que ainda suspende a nossa respiração? O que é que ainda falta dizer? O que ainda nos deixa perplexos? Como ofertar um pouco de originalidade ao leitor? Que pretensão.
É só um desabafo: hoje os absurdos se sucedem em escala industrial e os fatos novos são como mariposas, nascem e morrem no mesmo dia. Por essas e outras, persevero no trivial, que, contrariando sua natureza, passou a ser o inusitado da vida.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
Observe os trechos destacados nas passagens transcritas:
Recebemos uma overdose de informação, mas isso não significa que os acontecimentos sejam surpreendentes a ponto de fazer a festa dos colunistas.
Por essas e outras, persevero no trivial, que, contrariando sua natureza, passou a ser o inusitado da vida.
A alternativa em que o trecho está reescrito, substituindo os termos em destaque, respectivamente e com sentido compatível com o original, é:
SE11717 - (Fiscal. Prefeitura de Sorocaba. 2024. Vunesp)

(Bill Watterson. https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/?date=2024-2-26&limit=1. 26.02.2024)
O trecho destacado em “Mas, se eu me agasalhar bastante...” (2º quadro) foi corretamente reescrito em:
SE11716 - (Professor III. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.
Bons dias!
Quem nunca invejou não sabe o que é padecer. Eu sou uma lástima. Não posso ver uma roupinha melhor em outra pessoa, que não sinta o dente da inveja morder-me as entranhas. É uma comoção tão ruim, tão triste, tão profunda, que dá vontade de matar. Não há remédio para esta doença. Eu procuro distrair-me nas ocasiões; como não posso falar, entro a contar os pingos de chuva, se chove, ou os basbaques1 que andam pela rua, se faz sol; mas não passo de algumas dezenas. O pensamento não me deixa ir adiante. A roupinha melhor faz-me foscas2, a cara do dono faz-me caretas...
Foi o que me aconteceu depois da última vez que estive aqui. Há dias, pegando uma folha da manhã, li uma lista de candidaturas para deputados por Minas, com seus comentos e prognósticos. Chego a um dos distritos, não me lembra qual nem o nome da pessoa, e que hei de ler? Que o candidato era apresentado pelos três partidos, liberal, conservador e republicano.
A primeira coisa que senti foi uma vertigem. Depois, vi amarelo. Depois não vi mais nada. As entranhas doíam-me, como se um facão as rasgasse, a boca tinha um sabor de fel, e nunca mais pude encarar as linhas da notícia. Rasguei afinal a folha, e perdi os dois vinténs; mas eu estava pronto a perder dous milhões, contanto que aquilo fosse comigo.
Upa! Que caso único. Todos os partidos armados um contra os outros no resto do império, naquele ponto uniam-se e depositavam sobre a cabeça de um homem os seus princípios. Não faltará quem ache tremenda a responsabilidade do eleito – porque a eleição, em tais circunstâncias, é certa; cá para mim é exatamente o contrário. Deem-me dessas responsabilidades, e verão se me saio delas sem demora, logo na discussão do voto de graças.
Diria eu que ser conservador era ser essencialmente liberal, e que no uso da liberdade, no seu desenvolvimento, nas suas mais amplas reformas, estava a maior conservação. Vede uma floresta (exclamaria, levantando os braços). Que potente liberdade! e que ordem segura! A natureza, liberal e pródiga na produção, é conservadora por excelência na harmonia em que aquela vertigem de troncos, folhas e cipós, em que aquela passarada estrídula3, se unem para formar a floresta, que exemplo às sociedades! que lição aos partidos!
(Machado de Assis, Crônica – Bons Dias! Adaptado)
1 Basbaques – tolos, simplórios
2 Foscas – o mesmo que fosquinhas: gestos, provocações
3 Estrídulas – ruidosas
Observe os trechos destacados nas passagens a seguir.
• É uma comoção tão ruim, tão triste, tão profunda, que dá vontade de matar.
• ... como não posso falar, entro a contar os pingos de chuva, se chove, ou os basbaques que andam pela rua, se faz sol...
• As entranhas doíam-me, como se um facão as rasgasse, a boca tinha um sabor de fel, e nunca mais pude encarar as linhas da notícia...
É correto afirmar que as conjunções que os introduzem estabelecem, nos respectivos contextos, relações de sentido de
SE11715 - (Assistente. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.
Sem contar com políticas públicas específicas para reduzir as taxas de jovens entre 15 e 29 anos que não estudam nem trabalham (os chamados nem-nem), o Brasil está estagnado em relação à maioria dos países analisados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 2012, os nem-nem brasileiros eram 20% dessa faixa etária, índice que colocava o País entre os sete piores. Dez anos depois, tanto a posição nesse ranking quanto o percentual são os mesmos, mas a taxa brasileira piorou na comparação com a da média das nações que fazem parte da organização – o Brasil ainda não integra esse grupo, mas sua adesão está em tramitação.
Os resultados obtidos pela Irlanda nessa década são os que mais impressionam, fruto de um trabalho que mescla capacitação, ajuda para obtenção de emprego e assistência financeira. Assim, o país saiu da 6ª posição na lista dos dez com maiores índices de nem-nem para ficar entre os sete que menos têm jovens nessa situação. A taxa passou de 21,1% para 8,9%. Os irlandeses ainda melhoraram em relação à média das nações que fazem parte da OCDE. Se em 2012 estavam quase seis pontos percentuais acima da média da organização, em 2022 passaram a ficar quatro pontos abaixo.
Reduzir o índice de jovens de 15 a 29 anos que não estudam nem trabalham depende da estabilidade da economia. Mas não só. Também são necessários investimentos e políticas que sejam capazes de gerar oportunidades e boas condições de trabalho. Essa combinação explica em grande parte a situação da Holanda, que tem as menores taxas de nem-nem. Em 2012, o país era o mais bem colocado nesse quesito, situação em que se manteve em 2022.
Segundo Alexander Dicks, da Universidade de Maastricht, na Holanda, uma das justificativas para o baixo índice de jovens que não estão na educação, no emprego ou na formação é a economia sólida do país. “Além disso, a Holanda tem um forte sistema de educação profissional, práticas educacionais geralmente boas e universidades de alta qualidade”, afirmou Dicks.
(Países reduzem taxa de jovens nem-nem enquanto Brasil mantém índice há dez anos. www.estadao.com.br, 02.01.2024. Adaptado)
No trecho “Sem contar com políticas públicas específicas para reduzir as taxas de jovens entre 15 e 29 anos que não estudam nem trabalham…” (1o parágrafo), os vocábulos destacados estabelecem, respectivamente, relações de sentido de
Esqueceu a sua senha? Não tem problema, basta nos informar o endereço de e-mail utilizado no momento em que você se cadastrou que nós lhe enviaremos um e-mail com as instruções para você definir uma nova senha.