SE1788 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. Vunesp) Para responder a esta questão, considere as palavras destacadas nas seguintes passagens do texto:

As palavras destacadas que expressam ideia de tempo são:
SE1787 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. Vunesp) Leia o texto, para responder às questões de números 12 a 18.
Desde o surgimento da ideia de hipertexto, esse conceito está ligado a uma nova concepção de textualidade, na qual a informação é disposta em um ambiente noqual pode ser acessada de forma não linear. Isso acarreta uma textualidade que funciona por associação, e não mais por sequências fixas previamente estabelecidas.
Quando o cientista Vannevar Bush, na década de 40, concebeu a ideia de hipertexto, pensava, na verdade, na necessidade de substituir os métodos existentes de disponibilização e recuperação de informações ligadas especialmente à pesquisa acadêmica, que eram lineares, por sistemas de indexação e arquivamento que funcionassem por associação de ideias, seguindo o modelo de funcionamento da mente humana. O cientista, ao que parece, importava-se com a criação de umsistema que fosse como uma "máquina poética", algo que funcionasse por analogia e associação, máquinas que capturassem o brilhantismo anárquico da imaginação humana.
Parece não ser obra do acaso que a ideia inicial de Bush tenha sido conceituada como hipertexto 20 anos depois de seu artigo fundador, exatamente ligada à concepção de um grande sistema de textos que pudessem estar disponíveis em rede. Na década de 60, o cientista Theodor Nelson sonhava com um sistema capaz de disponibilizar um grande número de obras literárias, com a possibilidade de interconexão entre elas. Criou, então, o "Xanadu", um projeto para disponibilizar toda a literatura do mundo, numa rede de publicação hipertextual universal e instantânea. Funcionando como um imenso sistema de informação e arquivamento, o hipertexto deveria ser um enorme arquivo virtual.
(Disponível em: http://www.pucsp.br/~cimid/4lit/longhi/hipertexto.htm. Acesso em: 05 fev 2013. Adaptado)
Embora se trate de um texto predominantemente informativo, é correto afirmar que o autor faz uma inferência, expressando sua opinião, ao dizer:
SE1786 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. Vunesp) Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 11.
Assinale a alternativa em que o emprego de nexos sintáticos entre as orações do período – Eu disse “cliente paulista”, percebo a redundância: o paulista é sempre cliente. – mostra-se adequado ao sentido do texto.
SE1785 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. Vunesp) Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 11.
Assinale a alternativa em que a oração destacada expressa finalidade, em relação à outra que compõe o período.
SE1784 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. Vunesp) Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 11.
Para responder às questões de números 08 e 09, considere a seguinte passagem:
Sem querer estereotipar, mas já estereotipando: trata-se de um ser cujas interações sociais terminam, 99% das vezes, diante da pergunta “débito ou crédito?”.
Nessa passagem, a palavra cujas tem sentido de
SE1783 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. Vunesp) Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 11.
Para responder às questões de números 08 e 09, considere a seguinte passagem:
Sem querer estereotipar, mas já estereotipando: trata-se de um ser cujas interações sociais terminam, 99% das vezes, diante da pergunta “débito ou crédito?”.
Nesse contexto, o verbo estereotipar tem sentido de
SE1782 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. Vunesp) Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 11.
O sentido de marmóreo (adjetivo) equivale ao da expressão de mármore. Assinale a alternativa contendo as expressões com sentidos equivalentes, respectivamente, aos das palavras ígneo e pétreo.
SE1781 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2013. Vunesp) Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 11.
Veja, aí estão eles, a bailar seu diabólico “pas de deux” ( *) : sentado, ao fundo do restaurante, o cliente paulista acena, assovia, agita os braços num agônico polichinelo; encostado à parede, marmóreo e impassível, o garçom carioca o ignora com redobrada atenção. O paulista estrebucha: “Amigô?!”, “Chefê?!”, “Parceirô?!”; o garçom boceja, tira um fiapo do ombro, olha pro lustre.
Eu disse “cliente paulista”, percebo a redundância: o paulista é sempre cliente. Sem querer estereotipar, mas já estereotipando: trata-se de um ser cujas interações sociais terminam, 99% das vezes, diante da pergunta “débito ou crédito?”.[...] Como pode ele entender que o fato de estar pagando não garantirá a atenção do garçom carioca? Como pode o ignóbil paulista, nascido e criado na crua batalha entre burgueses e proletários, compreender o discreto charme da aristocracia?
Sim, meu caro paulista: o garçom carioca é antes de tudo um nobre. Um antigo membro da corte que esconde, por trás da carapinha entediada, do descaso e da gravata borboleta, saudades do imperador. [...] Se deixou de bajular os príncipes e princesas do século 19, passou a servir reis e rainhas do 20: levou gim tônicas para Vinicius e caipirinhas para Sinatra, uísques para Tom e leites para Nelson, recebeu gordas gorjetas de Orson Welles e autógrafos de Rockfeller; ainda hoje fala de futebol com Roberto Carlos e ouve conselhos de João Gilberto. Continua tão nobre quanto sempre foi, seu orgulho permanece intacto.
Até que chega esse paulista, esse homem bidimensional e sem poesia, de camisa polo, meia soquete e sapatênis, achando que o jacarezinho de sua Lacoste é um crachá universal, capaz de abrir todas as portas. Ah, paulishhhhta otááário, nenhum emblema preencherá o vazio que carregas no peito - pensa o garçom, antes de conduzi-lo à última mesa do restaurante, a caminho do banheiro, e ali esquecê-lo para todo o sempre.
Veja, veja como ele se debate, como se debaterá amanhã, depois de amanhã e até a Quarta-Feira de Cinzas, maldizendo a Guanabara, saudoso das várzeas do Tietê, onde a desigualdade é tão mais organizada: “Ô, companheirô, faz meia hora que eu cheguei, dava pra ver um cardápio?!”. Acalme-se, conterrâneo. Acostume-se com sua existência plebeia. O garçom carioca não está aí para servi-lo, você é que foi ao restaurante para homenageá-lo.
(Antonio Prata, Cliente paulista, garçom carioca. Folha de S.Paulo, 06.02.2013)
(*) Um tipo de coreografia, de dança.
O contexto em que se encontra a passagem – Se deixou de bajular os príncipes e princesas do século 19, passou a servir reis e rainhas do 20: (3º parágrafo) – leva a concluir, corretamente, que a menção a
SE1780 - (Siga Escrevente. 2019. Inédita) Nos termos da Constituição Federal de 1988, analise os itens abaixo:
I. ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei.
II. a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada.
III. a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade policial.
Está(ão) correto(s) o que se afirma em?
SE1779 - (Siga Escrevente. 2019. Inédita) De acordo com a Constituição Federal de 1988, analise os itens abaixo:
I. será admitida ação pública nos crimes de ação privada, se esta não for intentada no prazo legal.
II. a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem.
III. o civilmente identificado será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei.
Está(ão) correto(s) o que se afirma em?
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