Questões Comentadas

Estude com 16850 questões.
  • 15381
  • Ano: 2023
  • Banca: INÉDITAS
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP
  • Matéria: Direito Processual Penal
  • Tema: Do procedimento do Tribunal do Júri (art. 406 a 497)

SE1568 - (Siga Escrevente. 2023. Inéditas) De acordo com o Código de Processo Penal, quanto ao procedimento relativo aos processos da competência do tribunal do júri, é correto afirmar que

  • 15382
  • Ano: 2023
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Informática
  • Tema: Onedrive

SE1567 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2023. TJSP. Vunesp) Com relação ao acesso ao Microsoft OneDrive, é correto afirmar que este apresenta como uma de suas características o seguinte:

  • 15383
  • Ano: 2012
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP
  • Matéria: Direito Processual Penal
  • Tema: Do procedimento relativo aos processos da competência do Tribunal do Júri (art. 406; 436 a 446; 485 a 487)

SE1566 - (Escrevente Técnico Judiciário - Prova versão 1. 2012. Vunesp) O CPP, no § 3.º do art. 406, logo após a citação, faculta ao acusado que apresente resposta escrita

  • 15384
  • Ano: 2015
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - TRF3 - TJAA
  • Matéria: Direito Processual Penal
  • Tema: Sujeitos do processo: Juiz, Acusador, Ofendido, Defensor, Assistente, Curador do réu menor (art. 251 a 273)

SE1565 - (Delegado de Polícia. 2015. Vunesp) Imagine que durante o curso de processo penal, e tendo como objetivo afastar o juiz da causa, o órgão do Ministério Público ou o defensor do acusado maneje uma queixa crime contra o juiz, a fim de buscar configurar uma inimizade capital. Nessa hipótese, a suspeição (CPP, art. 256)

  • 15385
  • Ano: 2018
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP
  • Matéria: Português
  • Tema: Significação contextual de palavras e expressões

SE1564 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2018. Vunesp)    

 

 Quem assiste a “Tempo de Amar” já reparou no português extremamente culto e correto que é falado pelos personagens da novela. Com frases que parecem retiradas de um romance antigo, mesmo nos momentos mais banais, os personagens se expressam de maneira correta e erudita.

 

      Ao UOL, o autor da novela, Alcides Nogueira, diz que o linguajar de seus personagens é um ponto que leva a novela a se destacar. “Não tenho nada contra a linguagem coloquial, ao contrário. Acho que a língua deve ser viva e usada em sintonia com o nosso tempo. Mas colocar um português bastante culto torna a narrativa mais coerente com a época da trama. Fora isso, é uma oportunidade de o público conhecer um pouco mais dessa sintaxe poucas vezes usada atualmente”.

 

      O escritor, que assina o texto da novela das 18h ao lado de Bia Corrêa do Lago, conta que a decisão de imprimir um português erudito à trama foi tomada por ele e apoiada pelo diretor artístico, Jayme Monjardim. Ele revela que toma diversos cuidados na hora de escrever o texto, utilizando, inclusive, o dicionário. “Muitas vezes é preciso recorrer às gramáticas. No início, o uso do coloquial era tentador. Aos poucos, a escrita foi ficando mais fácil”, afirma Nogueira, que também diz se inspirar em grandes escritores da literatura brasileira e portuguesa, como Machado de Assis e Eça de Queiroz.

 

      Para o autor, escutar os personagens falando dessa forma ajuda o público a mergulhar na época da trama de modo profundo e agradável. Compartilhou-lhe o sentimento Jayme Monjardim, que também explica que a estética delicada da novela foi pensada para casar com o texto. “É uma novela que se passa no fim dos anos 1920, então tudo foi pensado para que o público entrasse junto com a gente nesse túnel do tempo. Acho que isso é importante para que o telespectador consiga se sentir em outra época”, diz.

 

          (Guilherme Machado. UOL. https://tvefamosos.uol.com.br. 15.11.2017. Adaptado)

 

Sem prejuízo de sentido ao texto, as passagens “Quem assiste a ‘Tempo de Amar’ já reparou no português extremamente culto...” (1° parágrafo) e “Aos poucos, a escrita foi ficando mais fácil”… (3° parágrafo) estão corretamente reescritas em:

  • 15386
  • Ano: 2018
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP
  • Matéria: Português
  • Tema: Ponto de vista do autor

SE1563 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2018. Vunesp)

 

Se determinado efeito, lógico ou artístico, mais fortemente se obtém do emprego de um substantivo masculino apenso a substantivo feminino, não deve o autor hesitar em fazê-lo. Quis eu uma vez dar, em uma só frase, a ideia – pouco importa se vera ou falsa – de que Deus é simultaneamente o Criador e a Alma do mundo. Não encontrei melhor maneira de o fazer do que tornando transitivo o verbo “ser”; e assim dei à voz de Deus a frase:

 

      – Ó universo, eu sou-te,

 

      em que o transitivo de criação se consubstancia com o intransitivo de identificação.

 

      Outra vez, porém em conversa, querendo dar incisiva, e portanto concentradamente, a noção verbal de que certa senhora tinha um tipo de rapaz, empreguei a frase “aquela rapaz”, violando deliberadamente e justissimamente a lei fundamental da concordância.

 

      A prosódia, já alguém o disse, não é mais que função do estilo.

 

      A linguagem fez-se para que nos sirvamos dela, não para que a sirvamos a ela.

 

                     (Fernando Pessoa. A língua portuguesa, 1999. Adaptado)

 

No texto, o autor defende que:

  • 15387
  • Ano: 2018
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE1562 -  (Escrevente Técnico do Judiciário. 2018. Vunesp)

 

Se determinado efeito, lógico ou artístico, mais fortemente se obtém do emprego de um substantivo masculino apenso a substantivo feminino, não deve o autor hesitar em fazê-lo. Quis eu uma vez dar, em uma só frase, a ideia – pouco importa se vera ou falsa – de que Deus é simultaneamente o Criador e a Alma do mundo. Não encontrei melhor maneira de o fazer do que tornando transitivo o verbo “ser”; e assim dei à voz de Deus a frase:

 

      – Ó universo, eu sou-te,

 

      em que o transitivo de criação se consubstancia com o intransitivo de identificação.

 

      Outra vez, porém em conversa, querendo dar incisiva, e portanto concentradamente, a noção verbal de que certa senhora tinha um tipo de rapaz, empreguei a frase “aquela rapaz”, violando deliberadamente e justissimamente a lei fundamental da concordância.

 

      A prosódia, já alguém o disse, não é mais que função do estilo.

 

      A linguagem fez-se para que nos sirvamos dela, não para que a sirvamos a ela.

 

(Fernando Pessoa. A língua portuguesa, 1999. Adaptado)

 

Assinale a alternativa em que, ao contrário da construção “aquela rapaz”, segue-se a lei fundamental da concordância, de acordo com a norma-padrão.

  • 15388
  • Ano: 2018
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Colocação pronominal

SE1561 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2018. Vunesp)

 

Se determinado efeito, lógico ou artístico, mais fortemente se obtém do emprego de um substantivo masculino apenso a substantivo feminino, não deve o autor hesitar em fazê-lo. Quis eu uma vez dar, em uma só frase, a ideia – pouco importa se vera ou falsa – de que Deus é simultaneamente o Criador e a Alma do mundo. Não encontrei melhor maneira de o fazer do que tornando transitivo o verbo “ser”; e assim dei à voz de Deus a frase:

 

      – Ó universo, eu sou-te,

 

      em que o transitivo de criação se consubstancia com o intransitivo de identificação.

 

      Outra vez, porém em conversa, querendo dar incisiva, e portanto concentradamente, a noção verbal de que certa senhora tinha um tipo de rapaz, empreguei a frase “aquela rapaz”, violando deliberadamente e justissimamente a lei fundamental da concordância.

 

      A prosódia, já alguém o disse, não é mais que função do estilo.

 

      A linguagem fez-se para que nos sirvamos dela, não para que a sirvamos a ela.

 

(Fernando Pessoa. A língua portuguesa, 1999. Adaptado)

 

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.

  • 15389
  • Ano: 2018
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP
  • Matéria: Português
  • Tema: Ponto de vista do autor

SE1560 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2018. Vunesp)   

 

 Ai, Gramática. Ai, vida.

 

      O que a gente deve aos professores!

 

      Este pouco de gramática que eu sei, por exemplo, foram Dona Maria de Lourdes e Dona Nair Freitas que me ensinaram. E vocês querem coisa mais importante do que gramática? La grammaire qui sait régenter jusqu’aux rois – dizia Molière: a gramática que sabe reger até os reis, e Montaigne: La plus part des ocasions des troubles du monde sont grammairiens – a maior parte de confusão no mundo vem da gramática.

 

      Há quem discorde. Oscar Wilde, por exemplo, dizia de George Moore: escreveu excelente inglês, até que descobriu a gramática. (A propósito, de onde é que eu tirei tantas citações? Simples: tenho em minha biblioteca três livros contendo exclusivamente citações. Para enfeitar uma crônica, não tem coisa melhor. Pena que os livros são em inglês. Aliás, inglês eu não aprendi na escola. Foi lendo as revistas MAD e outras que vocês podem imaginar).

 

      Discordâncias à parte, gramática é um negócio importante e gramática se ensina na escola – mas quem, professoras, nos ensina a viver? Porque, como dizia o Irmão Lourenço, no schola sed vita – é preciso aprender não para a escola, mas para a vida.

 

      Ora, dirão os professores, vida é gramática. De acordo. Vou até mais longe: vida é pontuação. A vida de uma pessoa é balizada por sinais ortográficos. Podemos acompanhar a vida de uma criatura, do nascimento ao túmulo, marcando as diferentes etapas por sinais de pontuação.

 

      Infância: a permanente exclamação:

 

      Nasceu! É um menino! Que grande! E como chora! Claro, quem não chora não mama!

 

      Me dá! É meu!

 

      Ovo! Uva! Ivo viu o ovo! Ivo viu a uva! O ovo viu a uva!

 

      Olha como o vovô está quietinho, mamãe!

 

      Ele não se mexe, mamãe! Ele nem fala, mamãe!

 

      Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste! Criança – não verás nenhum país como este!

 

      Dá agora! Dá agora, se tu és homem! Dá agora, quero ver!

 

(Moacyr Scliar. Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar, 1996. Adaptado)

 

No texto, o autor recorre a várias citações, com a finalidade de

  • 15390
  • Ano: 2018
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Leitura e interpretação de diversos tipos de textos (literários e não literários)

SE1559 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2018. Vunesp)   

 

Ai, Gramática. Ai, vida.

 

      O que a gente deve aos professores!

 

      Este pouco de gramática que eu sei, por exemplo, foram Dona Maria de Lourdes e Dona Nair Freitas que me ensinaram. E vocês querem coisa mais importante do que gramática? La grammaire qui sait régenter jusqu’aux rois – dizia Molière: a gramática que sabe reger até os reis, e Montaigne: La plus part des ocasions des troubles du monde sont grammairiens – a maior parte de confusão no mundo vem da gramática.

 

      Há quem discorde. Oscar Wilde, por exemplo, dizia de George Moore: escreveu excelente inglês, até que descobriu a gramática. (A propósito, de onde é que eu tirei tantas citações? Simples: tenho em minha biblioteca três livros contendo exclusivamente citações. Para enfeitar uma crônica, não tem coisa melhor. Pena que os livros são em inglês. Aliás, inglês eu não aprendi na escola. Foi lendo as revistas MAD e outras que vocês podem imaginar).

 

      Discordâncias à parte, gramática é um negócio importante e gramática se ensina na escola – mas quem, professoras, nos ensina a viver? Porque, como dizia o Irmão Lourenço, no schola sed vita – é preciso aprender não para a escola, mas para a vida.

 

      Ora, dirão os professores, vida é gramática. De acordo. Vou até mais longe: vida é pontuação. A vida de uma pessoa é balizada por sinais ortográficos. Podemos acompanhar a vida de uma criatura, do nascimento ao túmulo, marcando as diferentes etapas por sinais de pontuação.

 

      Infância: a permanente exclamação:

 

      Nasceu! É um menino! Que grande! E como chora! Claro, quem não chora não mama!

 

      Me dá! É meu!

 

      Ovo! Uva! Ivo viu o ovo! Ivo viu a uva! O ovo viu a uva!

 

      Olha como o vovô está quietinho, mamãe!

 

      Ele não se mexe, mamãe! Ele nem fala, mamãe!

 

      Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste! Criança – não verás nenhum país como este!

 

      Dá agora! Dá agora, se tu és homem! Dá agora, quero ver!

 

(Moacyr Scliar. Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar, 1996. Adaptado)

 

Observe as passagens do texto:

 

• O que a gente deve aos professores! (1° parágrafo) • ... mas quem, professoras, nos ensina a viver? (4° parágrafo)

 

Observando-se o contexto em que ocorrem e a pontuação nelas presentes, conclui-se que as frases apontam, correta e respectivamente, para os seguintes sentidos:

Precisa de Ajuda? Precisa de Ajuda?
Aguarde..