SE1658 - (Analista Judiciário - Comissário da Infância e da Juventude. TJ - RJ. 2012. FCC) No procedimento comum sumário a defesa poderá arrolar até
SE1657 - (Siga Escrevente. 2019. Inédita) Nos termos do Código de Processo Penal, quanto ao processo súmario, assinale a alternativa INCORRETA.
SE1656 - (Siga Escrevente. 2023. Inéditas) De acordo com o Código de Processo Penal, em relação ao processo e julgamento dos recursos em sentido estrito e das apelações, assinale a alternativa INCORRETA.
SE1655 - (Siga Escrevente. 2019. Inédita) No tocante ao Código de Processo Penal, quanto ao processo de restauração de autos extraviados ou destruídos, assinale a alternativa CORRETA.
SE1654 - (Siga Escrevente. 2023. Inéditas) De acordo com o Código de Processo Penal, quanto ao processo de restauração de autos extraviados ou destruídos, assinale a alternativa INCORRETA.
SE1653 - (Siga Escrevente. 2023. Inéditas) No tocante ao Código de Processo Penal, na falta de cópia autêntica ou certidão do processo, o juiz mandará, de ofício, ou a requerimento de qualquer das partes, que:
I. o escrivão certifique o estado do processo, segundo a sua lembrança, e reproduza o que houver a respeito em seus protocolos e registros;
II. sejam requisitadas cópias do que constar a respeito no Instituto Médico-Legal, no Instituto de Identificação e Estatística ou em estabelecimentos congêneres, repartições públicas, penitenciárias ou cadeias;
III. as partes sejam citadas pessoalmente, ou, se não forem encontradas, por edital, com o prazo de dez dias, para o processo de restauração dos autos.
Está(ão) correta(s) o que se afirma em:
SE1652 - (Siga Escrevente. 2023. Inéditas) No tocante ao Código de Processo penal, o juiz determinará as diligências necessárias para a restauração, observando-se o seguinte, EXCETO:
SE1651 - (Siga Escrevente. 2023. Inéditas) Nos termos do Código de Processo Penal, analise os itens abaixo em relação ao processo de restauração de autos extraviados ou destruídos, e assinale a alternativa CORRETA.
I. Se existir e for exibida cópia autêntica ou certidão do processo, apenas uma será considerada como original.
II. Realizadas as diligências que, salvo motivo de força maior, deverão concluir-se dentro de 30 (trinta) dias, serão os autos conclusos para julgamento.
III. Os selos e as taxas judiciárias, já pagos nos autos originais, não serão novamente cobrados.
IV. Se no curso da restauração aparecerem os autos originais, estes serão apensados aos autos da restauração, devendo neste continuar o processo.
SE1650 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2017. Vunesp)
Ser gentil é um ato de rebeldia. Você sai às ruas e insiste, briga, luta para se manter gentil. O motorista quase te mata de susto buzinando e te xingando porque você usou a faixa de pedestres quando o sinal estava fechado para ele. Você posta um pensamento gentil nas redes sociais apesar de ler dezenas de comentários xenofóbicos, homo fóbicos, irônicos e maldosos sobre tudo e todos. Inclusive você. Afinal, você é obviamente um idiota gentil.
Há teorias evolucionistas que defendem que as sociedades com maior número de pessoas altruístas sobreviveram por mais tempo por serem mais capazes de manter a coesão. Pesquisadores da atualidade dizem, baseados em estudos, que gestos de gentileza liberam substâncias que proporcionam prazer e felicidade.
Mas gentileza virou fraqueza. É preciso ser macho pacas para ser gentil nos dias de hoje. Só consigo associar a aversão à gentileza à profunda necessidade de ser - ou parecer ser - invencível e bem sucedido. Nossas fragilidades seriam uma vergonha social. Um empecilho à carreira, ao acúmulo de dinheiro.
Não ter tempo para gentilezas é bonito. É justificável diante da eterna ambivalência humana: queremos ser bons, mas temos medo. Não dizer bomdia significa que você é muito importante. Ou muito ocupado. Humilhar os que não concordam com suas ideias é coisa de gente forte. E que está do lado certo. Como se houvesse um lado errado. Porque, se nenhum de nós abrir a boca, ninguém vai reparar que no nosso modelo de felicidade tem alguém chorando ali no canto. Porque ser gentil abala sua autonomia. Enfim, ser gentil está fora de moda. Estou sempre fora de moda. Querendo falar de gentileza, imaginem vocês! Pura rebeldia. Sair por aí exibindo minhas vulnerabilidades e, em ato de pura desobediência civil, esperar alguma cumplicidade. Deve ser a idade.
(Ana Paula Padrão, Gentileza virou fraqueza. Disponível em: < http://www.istoe.com.br>. Acesso em: 27 jan 2015. Adaptado)
Para responder à questão, considere a seguinte passagem, no contexto geral da crônica:
Não ter tempo para gentilezas é bonito. […] Não dizer bom dia significa que você é muito importante. Ou muito ocupado. Humilhar os que não concordam com suas ideias é coisa de gente forte. E que está do lado certo.
Com essas afirmações, a autora:
SE1649 - (Escrevente Técnico do Judiciário. 2015. Vunesp)
Ser gentil é um ato de rebeldia. Você sai às ruas e insiste, briga, luta para se manter gentil. O motorista quase te mata de susto buzinando e te xingando porque você usou a faixa de pedestres quando o sinal estava fechado para ele. Você posta um pensamento gentil nas redes sociais apesar de ler dezenas de comentários xenofóbicos, homofóbicos, irônicos e maldosos sobre tudo e todos. Inclusive você. Afinal, você é obviamente um idiota gentil.
Há teorias evolucionistas que defendem que as sociedades com maior número de pessoas altruístas sobreviveram por mais tempo por serem mais capazes de manter a coesão. Pesquisadores da atualidade dizem, baseados em estudos, que gestos de gentileza liberam substâncias que proporcionam prazer e felicidade.
Mas gentileza virou fraqueza. É preciso ser macho pacas para ser gentil nos dias de hoje. Só consigo associar a aversão à gentileza à profunda necessidade de ser - ou parecer ser - invencível e bem sucedido. Nossas fragilidades seriam uma vergonha social. Um empecilho à carreira, ao acúmulo de dinheiro.
Não ter tempo para gentilezas é bonito. É justificável diante da eterna ambivalência humana: queremos ser bons, mas temos medo. Não dizer bom dia significa que você é muito importante. Ou muito ocupado. Humilhar os que não concordam com suas ideias é coisa de gente forte. E que está do lado certo. Como se houvesse um lado errado. Porque, se nenhum de nós abrir a boca, ninguém vai reparar que no nosso modelo de felicidade tem alguém chorando ali no canto. Porque ser gentil abala sua autonomia. Enfim, ser gentil está fora de moda. Estou sempre fora de moda. Querendo falar de gentileza, imaginem vocês! Pura rebeldia. Sair por aí exibindo minhas vulnerabilidades e, em ato de pura desobediência civil, esperar alguma cumplicidade. Deve ser a idade.
(Ana Paula Padrão, Gentileza virou fraqueza. Disponível em: < http://www.istoe.com.br>. Acesso em: 27 jan 2015. Adaptado)
No final do último parágrafo, a autora caracteriza a gentileza como “ato de pura desobediência civil"; isso permite deduzir que
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