Questões Comentadas

Estude com 16896 questões.
  • 6411
  • Ano: 2023
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Redação Oficial

SE10826 - (Auditor de Controle Externo. 2023. Vunesp) Através deste, venho solicitar a Vossa Senhoria a inclusão de perfil de acesso no sistema NetNet aos servidores Fulano de Tal, e-mail: fulanodetal@net; e Fulana de Tal, e-mail: [email protected], lotados na Secretaria dos Transportes, para habilitação dos mesmos à realização de publicações no D.O.M.

 

Garante-se a concisão do texto com a seguinte reescrita:

  • 6412
  • Ano: 2023
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Redação Oficial

SE10825 - (Auditor de Controle Externo. 2023. Vunesp) O enunciado, extraído do Manual de Redação da Presidência da República, expressa adequadamente a informação, respeitando-se os princípios de norma-padrão, coesão e coerência, em:

  • 6413
  • Ano: 2023
  • Banca:
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Redação Oficial

SE10824 - (Auditor de Controle Externo. 2023. Vunesp) Em relação à padronização da linguagem, o Manual de Redação da Presidência da República deixa claro que

  • 6414
  • Ano: 2023
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Redação Oficial

SE10823 - (Assistente de Administração. 2023. Vunesp) Considere o Manual de Redação da Presidência da República – 3ª edição, revista, atualizada e ampliada para responder à questão.

 

A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. Para obtê-la, deve-se

  • 6415
  • Ano: 2019
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Coordenação e subordinação. Conectivos

SE10822 - (Assistente administrativo. 2019. FCC)

 

Maestro piador

 

Em 1989, andando com Tom pelo Central Park, em Nova York, ouvi-o identificar vários pássaros pela música que faziam – era íntimo também dos passarinhos americanos. Não tinha a menor dificuldade para identificá-los em português.

 

Em jovem, nas suas incursões pelo mato, Tom piava inhambus para matá-los. “O inhambu vinha todo apaixonado e eu o matava à traição”, confessou. Era uma prática comum aos homens de sua geração. Mas, mais cedo do que muitos, ele enxergou a desumanidade daquilo. Continuou a piar vários pássaros, mas para firmar com eles um diálogo de amor.

 

A faixa “O Boto”, em seu álbum “Urubu”, é uma sinfonia de pios. Estão integrados com tal naturalidade à orquestração que podem nem ser “escutados” pelos menos atentos. Mas estão lá no disco, e executados pelo próprio Tom – quem mais?

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018, p. 121-122.)

 

Considere o sentido veiculado pelas orações sublinhadas nos trechos que seguem:

 

Em 1989, andando com Tom pelo Central Park, em Nova York, ouvi-o identificar vários pássaros pela música que faziam...

 

Em jovem, nas suas incursões pelo mato, Tom piava inhambus para matá-los.

 

Estão integrados com tal naturalidade à orquestração que podem nem ser “escutados” pelos menos atentos.

 

Nos contextos em que ocorrem, as orações sublinhadas exprimem, respectivamente, circunstâncias de

  • 6416
  • Ano: 2021
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Coordenação e subordinação. Conectivos

SE10821 - (Técnico Judiciário Auxiliar. 2021. FCC) Atenção: Para responder à questão considere o texto abaixo.

 

Amélia, 80, interrompe sonho de ter vaga na universidade para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante de seu sonho. Há anos faz o exame vestibular para o curso de administração.

 

Mas este ano teve de desistir. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição − ajuda de um sobrinho − foi usado para pagar a prestação de uma nova. (Cotidiano, 24 de novembro de 2008)

 

Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos.

 

O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

 

Mas a geladeira... A verdade é que ela precisava de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto a aconselhara a esquecer “aquele traste” e partir para algo mais moderno. E isso precisava ser feito com urgência: todos os dias estava jogando fora comida que estragara por causa do inconfiável eletrodoméstico.

 

Era o curso ou a geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo a si própria cálculos e ponderações. “Faça o curso”, sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, “você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão”. E aí intervinha outra vozinha: “Deixe de bobagens, querida. Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática.” Duas vozinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério.

 

Na manhã do terceiro dia sentiu um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido.

 

Foi a gota d’água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova. Que lhe foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. “Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa”, disse ao homem da entrega. Ele concordou: “Sempre é bom fazer cursos”.

 

Instalada a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas. Foi então que encontrou a garrafa de champanhe. O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade. Suspirou. O que fazer com aquilo, agora? Dar de presente para o sobrinho que a ajudara com o dinheiro da inscrição?

 

Resolveu guardar a garrafa. Bem no fundo da geladeira. Um dia ela ainda ingressaria no curso de administração, um dia brindaria a seu futuro. Era só questão de esperar. Sem medo: uma boa geladeira conserva qualquer champanhe.

(Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. “O futuro na geladeira”. Folha de S.Paulo, 01.12.2008)

 

Em O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade, o trecho sublinhado exprime ideia de

  • 6417
  • Ano: 2022
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Coordenação e subordinação. Conectivos

SE10820 - (Unilus. 2022. FCC) Atenção: Leia a fábula “O cão que carregava um pedação de carne”, de Esopo, para responder à questão.

 

Um cão atravessava um rio com um pedaço de carne na boca. Ao ver sua própria sombra no fundo da água, ele pensou se tratar de outro cão carregando um pedaço de carne maior ainda.

 

Então deixou sua caça cair e saltou para pegar a do outro animal. Evidentemente, ficou sem nenhum dos dois pedaços de carne: um não existia, e o outro tinha sido levado pela correnteza.

(Esopo. Fábulas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013)

 

Ao ver sua própria sombra no fundo da água, ele pensou se tratar de outro cão carregando um pedaço de carne maior ainda.

 

Em relação ao trecho que a sucede, a oração sublinhada expressa ideia de

  • 6418
  • Ano: 2022
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Coordenação e subordinação. Conectivos

SE10819 - (Técnico Judiciário. TRT/5. 2022. FCC) Atenção: Leia o trecho da crônica “Retrato de velho”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.

 

[1] Aos 85 anos, goza de saúde brônzea e quer trabalhar, mas trabalho que dê dinheiro, não essa milonga de mover os braços por desfastio. Deseja manter-se independente, estão ouvindo? O diabo é que não arranja serviço, e tem de viver em casa dos filhos − três, em três lugares distintos. No sítio de Mangaratiba, o genro entra em pânico à sua chegada: o velho está sempre bulindo nas plantas, dando ordens, contrariando instruções do dono.

 

A filha de Niterói, ciente das complicações, adverte-o

 

− Por que o senhor não vai plantar em terreno ainda não cultivado? O sítio lá tem cinco alqueires, pois então escolha o mais distante e faça a sua horta nele.

 

− Planto onde eu quiser. Não faltava mais nada! Um homem como eu, já idoso…

 

[5] E cisma de ganhar dinheiro na cidade, podando árvore de rua.

 

− Arranjo uma tesoura grande e saio por aí caçando serviço. Estou novo ainda, sabe? E a prefeitura está carecendo de gente disposta.

 

Não arranja nada, e a prefeitura não lhe sente a falta. Vai para Vitória, em casa do terceiro filho, e pensa em adquirir um rebolo para amolar facas, com que atenda às necessidades do bairro. Ponderam-lhe:

 

− Eu, se fosse o senhor, fazia um orquidário. É tão lindo, distrai tanto. E depois, há espécies fabulosas, que rendem um colosso.

 

− É? Leva vinte anos para dar uma parasita que preste, não tenho lucro nenhum. Ora-e-essa!

 

[10] Tem horror a criança. Solenemente, faz queixa do bisneto, que lhe sumiu com a palha de cigarro, para vingar-se de seus ralhos intempestivos. Menino é bicho ruim, comenta. Ao chegar a avô, era terno e até meloso, mas a idade o torna coriáceo.

 

No trocar de roupa, atira ao chão as peças usadas. Alguém as recolhe à cesta, para lavar. Ele suspeita que pretendem subtraí- las, vai à cesta, vasculha, retira o que é seu, lava-o, passa-o. Mal, naturalmente.

 

− Da próxima vez que ele vier, diz a nora, terei de fechar o registro para evitar que desperdice água.

 

Espanta-se com os direitos concedidos às empregadas. Onde se viu? Isso aqui é o paraíso das criadas. A patroa acorda cedo, para despertar a cozinheira. Ele se levanta mais cedo ainda, e vai acordar a dona da casa:

 

− Acorda, sua mandriona, o dia já clareou!

 

[15] As empregadas reagem contra a tirania, despedem-se. E sem empregadas, sua presença ainda é mais terrível.

 

As netas adolescentes recebem amigos. Um deles, o pintor, foi acometido por um mal súbito e teve de deitar-se na cama de uma das garotas. Indignação: Que pouca-vergonha é essa? Esse bandalho aí, conspurcando o leito de uma virgem? Ou quem sabe se nem é mais virgem?

 

− Vovô, o senhor é um monstro!

 

E é um custo impedir que ele escaramuce o doente para fora de casa.

 

− A senhora deixa suas filhas irem ao baile sozinhas com rapazes? Diga, a senhora deixa?

 

[20] − Não vão sozinhas, vão com os rapazes.

 

− Pior ainda! Muito pior! A obrigação dos pais é acompanhar as filhas a tudo quanto é festa.

 

− Papai, a gente nem pode entrar lá com as meninas. É coisa de brotos

 

− É, não é? Pois me dá depressa o chapéu para eu ir lá dizer poucas e boas!

 

Não se sabe o que fazer dele. Que fim se pode dar a velhos implicantes? O jeito é guardá-lo por três meses e deixá-lo ir para outra casa, brigado. Mais três meses, e nova mudança nas mesmas condições. O velho é duro:

 

[25] − Vocês me deixam esbodegado, vocês são insuportáveis! − queixa-se ao sair. Mas volta.

 

− Descobri que paciência é uma forma de amor − diz-me uma das filhas, sorrindo.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. A bolsa e a vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2012)

 

 Em terei de fechar o registro para evitar que desperdice água, o termo sublinhado introduz uma oração que expressa ideia de

  • 6419
  • Ano: 2022
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Coordenação e subordinação. Conectivos

SE10818 - (Técnico Judiciário. TRT/17. 2022. FCC) Leia um trecho da crônica “O Risadinha”, de Paulo Mendes Campos, para responder a questão.

 

1. Seria melhor dizer que ele [Risadinha] não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas.

 

2. Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.

 

3. Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase sempre extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s`en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio.

 

4. − Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-dri-ão! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-lei-ro! Bar-gan-te! Es-troi-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...

 

5. Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:

 

6. − Vagabundo, não, professor.

 

7. Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora de forma.

 

8. − Por que o senhorrr não está na forma? − perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.

 

9. − É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.

 

10.− E por que o senhorrr não está mancando?

 

11. Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:

 

12.− Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.

 

13. Foi um precursor de Cantinflas e, a despeito da opinião do leitor, nós lhe achávamos uma graça de doer a barriga.

 

(Adaptado de: CAMPOS, Paulo Mendes. Primeiras leituras: crônicas. São Paulo: Boa companhia, 2012)

 

1bodoquear: atirar pedra com estilingue.

 

2Cantinflas: nome artístico do humorista mexicano Fortino Mario Alfonso Moreno Reyes (1911-1993).

 

sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso (7º parágrafo)

 

No contexto em que se insere, o termo sublinhado introduz uma oração

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  • Ano: 2022
  • Banca: FCC
  • Instituição: TRF3 - TJAA
  • Matéria: Português
  • Tema: Coordenação e subordinação. Conectivos

SE10817 - (Técnico Judiciário. TRT/14. 2022. FCC) Considere o texto abaixo para responder à questão.

 

Quando criança, fui ensinada que a população negra havia sido escrava e ponto, como se não tivesse existido uma vida anterior nas regiões de onde essas pessoas foram tiradas à força. Disseram-me que a população negra era passiva e que "aceitou" a escravidão sem resistência. Também me contaram que a princesa Isabel havia sido sua grande redentora. No entanto, essa era a história contada do ponto de vista dos vencedores, como diz Walter Benjamin.

 

O que não me contaram é que o Quilombo do Palmares, na serra da Barriga, em Alagoas, perdurou por mais de um século, e que se organizaram vários levantes como forma de resistência à escravidão, como a Revolta dos Malês e a Revolta da Chibata. Com o tempo, compreendi que a população negra havia sido escravizada, e não era escrava.

 

Se para mim, que sou filha de um militante negro e que sempre debati essas questões em casa, perceber essas nuances é algo complexo e dinâmico, para quem refletiu pouco ou nada sobre esse tema pode ser ainda mais desafiador. O processo envolve uma revisão crítica profunda de nossa percepção de si e do mundo. Implica perceber que mesmo quem busca ativamente a consciência racial já compactuou com violências contra grupos oprimidos.

(Adaptado de: RIBEIRO, Djamila. Pequeno manual antirracista. Companhia das Letras, 2019)

 

Quando criança, fui ensinada que a população negra havia sido escrava e ponto. (1º parágrafo)

 

No contexto, o trecho sublinhado acima expressa a ideia de:

Precisa de Ajuda? Precisa de Ajuda?
Aguarde..