Questões Comentadas

Estude com 14418 questões”.
  • 2721
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11596 - (Analista Previdenciário. Contador. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.

 

Feições geológicas no subsolo do centro de São Paulo indicam que houve um terremoto de grande magnitude há pelo menos 2,5 milhões de anos – bem pouco tempo do ponto de vista geológico. Um trabalho recente, publicado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do ABC (UFABC), é o primeiro a documentar registros de abalos sísmicos de magnitude tão alta na região.


O estudo revela que pelo menos um grande terremoto ocorreu na região, alcançando magnitude de no mínimo 6 graus na escala Richter – o que seria suficiente para destruir boa parte do centro da cidade se ocorresse nos dias de hoje.


Os pesquisadores não sabem exatamente o que pode ter causado terremoto tão intenso na capital paulista, mas uma das principais suspeitas é de que tenha sido provocado pela queda de um meteorito.


Os bairros de Colônia e Vargem Grande foram erguidos na região onde o meteorito teria caído. Apenas na década de 1960, imagens aéreas e de satélite revelaram a cratera. Pela análise das bordas e dos sedimentos do fundo do grande buraco, é possível dizer que ele foi causado pela queda de um meteorito.


A outra hipótese levantada pelos pesquisadores é de que o terremoto tenha sido causado por atividade tectônica. Contudo, os abalos sísmicos são raros por aqui, pois o Brasil está localizado bem no centro da placa Sul-Americana. Terremotos são muito mais frequentes em regiões onde placas diferentes se encontram justamente porque há o risco de choque entre elas. É o caso de países como o Chile ou o Japão.


Entretanto, os cientistas alertam para a possibilidade de tremores também em outras áreas pela simples movimentação das placas. Se foi essa movimentação que provocou os abalos sísmicos, existe um risco, ainda que remoto, de ela acontecer novamente na região.


(Roberta Jansen. O que cientistas descobriram sobre grande terremoto queatingiu área da cidade de São Paulo? www.estadao.com.br, 11.02.2024.
Adaptado
)

 

Assinale a alternativa que contém afirmação correta quanto ao que foi tratado no texto.

  • 2722
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11595 - (Analista Previdenciário. Contador. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.

 

Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.


Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.


O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.


Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.


Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.


Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.


Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado)

 

Assinale a alternativa em que a expressão destacada substitui, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, o que está entre colchetes.

  • 2723
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11594 - (Analista Previdenciário. Contador. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.

 

Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.


Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.


O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.


Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.


Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.


Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.


Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado)

 

No trecho “Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo…” , a expressão destacada estabelece relação de sentido de

  • 2724
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11593 - (Analista Previdenciário. Contador. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.

 

Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.


Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.


O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.


Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.


Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.


Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.


Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado)

 

As vírgulas em “… os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho” foram empregadas pelo mesmo motivo que no trecho:

  • 2725
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA

SE11592 - (Analista Previdenciário. Contador. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.

 

Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.


Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.


O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.


Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.


Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.


Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.


Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado)

 

No trecho “Precisamos deles para travar a uniformização do mundo…”, o vocábulo destacado pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por:

  • 2726
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11591 - (Analista Previdenciário. Contador. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.

 

Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.


Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.


O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.


Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.


Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.


Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.


Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado)

 

Ao tratar do filme de Wim Wenders, é correto afirmar que o autor emprega

  • 2727
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11590 - (Analista Previdenciário. Contador. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.

 

Por vezes assalta-me a sensação de que estou me esquecendo da realidade com a mesma rapidez com que me esqueço dos sonhos. Começa a ser difícil saber se estou me esquecendo de um sonho ou da realidade.


Acontece-me, por exemplo, assistir a um filme e, no meio, descobrir que já o vi antes. Com os livros de ficção, isso nunca me aconteceu, o que me leva a supor que a leitura implique uma mobilização mais profunda de certas áreas do cérebro. Faz sentido, na medida em que ao lermos um romance somos convidados a recriá-lo, imaginando o rosto dos personagens, e uma larga parte dos cenários e das situações. Cada leitor rescreve o romance que está lendo.


O problema é que aquilo que me acontece com os filmes também ocorre com as pessoas. Encontro com alguém num casamento, começamos a conversar, e só quando a festa se aproxima do fim é que o reconheço.


Pode ser que o problema não seja meu, e sim do cinema que se faz hoje – e da atual humanidade. Talvez eu julgue estar revendo um filme, e seja um outro; no entanto, os enredos, o estilo, os cenários, é tudo tão parecido que muito antes do final eu já conheço o desfecho.


Para funcionar, da forma mais eficiente possível, um exército começa por uniformizar os seus soldados; ou seja, por lhes retirar a individualidade. As nossas sociedades tecnológicas estão fazendo o mesmo a um nível mais íntimo e profundo. Acho isso assustador.


Fico feliz quando encontro um filme (ou uma pessoa) capaz de me surpreender, como “Dias perfeitos”, de Wim Wenders, que acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade, Hirayama, responsável pela limpeza de banheiros públicos em Tóquio. Hirayama cumpre a sua tarefa com extraordinário zelo e dedicação.


Na sua aparente simplicidade, Hirayama distingue-se de quem o rodeia. Não é uniformizável. O faxineiro erudito de Wim Wenders é um colecionador de pequenos espantos, de fulgores e de momentos únicos. É um colecionador de vida. Pessoas e personagens assim são inconfundíveis e inesquecíveis. Precisamos deles para travar a uniformização do mundo e ressuscitar a alegria e o espanto.


(José Eduardo Agualusa. A vida ambiciona o espanto. https://oglobo.globo. com, 03.02.2024. Adaptado)

 

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que seu autor considera que

  • 2728
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11589 - (Soldado da PM/SP. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 14 a 20.

 

Na dengue, corremos atrás do prejuízo


            A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.

 

Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.

 

No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.

 

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.

 

 A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.

 

Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.

 

(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)

 

O uso do acento indicativo da crase atende à norma-padrão em:

  • 2729
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA

SE11588 - (Soldado da PM/SP. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 14 a 20.

 

Na dengue, corremos atrás do prejuízo


            A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.

 

Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.

 

No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.

 

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.

 

 A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.

 

Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.

 

(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)

 

Considere as reescritas de informações do texto:

 

• A população brasileira já tem consciência                o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue.

 

• O governo não estava atento             necessidades de infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes.

 

• A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Portanto, os governos nas esferas federal, estadual e municipal devem manter o zelo                   condições de infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema.

 

De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

  • 2730
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA

SE11587 - (Soldado da PM/SP. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 14 a 20.

 

Na dengue, corremos atrás do prejuízo


            A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.

 

Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.

 

No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.

 

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.

 

 A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.

 

Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.

 

(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)

 

Nas passagens – Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.  – e – Segundo especialistas, o pior ainda está por vir. –, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de

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