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  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
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SE15797 - (Tradutor e Intérprete de Libras. Prefeitura de Campinas. 2026. Vunesp) Está em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal e verbal a frase:

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  • Ano: 2026
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SE15796 - (Controlador Interno. SAAEB Ambiental. 2026. Vunesp) Está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal a frase:

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  • Ano: 2026
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SE15795 - (Prefeitura de Osasco. 2026. Vunesp) Assinale a alternativa em que a frase está de acordo com a norma-padrão de concordância.

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  • Ano: 2026
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SE15794 - (Agente Legislativo. Câmara Municipal de Matão. 2026. Vunesp) Considere o texto a seguir para responder à questão.

 

A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.

 

Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.

 

Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.

 

Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.

 

“Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.

 

A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.

 

“O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.

 

(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)

 

Assinale a alternativa em que o trecho do texto alterado mantém a norma-padrão de concordância verbal e nominal.

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  • Ano: 2026
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SE15793 - (Assistente de Suporte Acadêmico II – Biociências. UNESP. 2026. Vunesp) A alternativa redigida de acordo com a norma-padrão de concordância nominal e verbal é:

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  • Ano: 2026
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SE15792 - (Técnico em Segurança do Trabalho. FUNAP. 2026. Vunesp) O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

 

Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

 

Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

 

A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

 

Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

 

A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

 

Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.

 

(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

 

Assinale a alternativa em que a frase reescrita está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.

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  • Ano: 2026
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SE15791 - (Assistente de Informática. Câmara Municipal de São Roque. 2026. Vunesp) O burnout deixou de ser apenas um termo popular para descrever cansaço extremo. Desde 2019 a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a síndrome como um fenômeno ocupacional resultante de estresse crônico no trabalho que não foi adequadamente administrado. E os casos só tendem a aumentar.

 

Diversas pesquisas internacionais mostram que as mulheres apresentam taxas mais altas de exaustão emocional e sintomas compatíveis com burnout quando comparadas aos homens. A pergunta que fica é: por quê? A resposta passa pelo cérebro — mas não apenas por ele.

 

Do ponto de vista social, mulheres acumulam funções. Mesmo quando exercem atividade profissional em tempo integral, continuam sendo, na maioria das vezes, as principais responsáveis por tarefas domésticas e cuidados com filhos ou familiares idosos. Essa chamada “dupla ou tripla jornada” cria um estado de ativação prolongada do sistema de estresse. Só que o cérebro humano não foi projetado para viver permanentemente em alerta.

 

Há também um componente biológico relevante. Oscilações hormonais das mulheres ao longo do ciclo menstrual, gravidez, puerpério e menopausa influenciam neurotransmissores como serotonina e dopamina, diretamente ligados à motivação e ao humor.

 

Não se trata de fragilidade feminina. Trata-se de interação entre biologia e contexto social. Se as mulheres adoecem mais por burnout, isso não é um dado isolado. É um sinal de como organizamos trabalho, família e expectativas sociais. O cérebro feminino não é mais frágil. Ele está, muitas vezes, mais sobrecarregado. Compreender essa diferença é o primeiro passo para criar ambientes que respeitem os limites biológicos e emocionais de todos.

 

Fernando Gomes. Por que as mulheres são mais vulneráveis ao burnout. https://www.estadao.com.br/saude. 08.03.2026. Adaptado

 

Assinale a alternativa que está em conformidade com a norma-padrão de concordância.

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  • Ano: 2026
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SE15790 - (Servente Braçal. Prefeitura de Tremembé. 2026. Vunesp) A frase que está redigida em conformidade com a norma-padrão é:

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  • Ano: 2026
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SE15789 - (Assistente Administrativo. Prefeitura de Jundiaí. 2026. Vunesp) Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.

 

Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.

 

O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.

 

No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.

 

(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

 

*thriller: gênero de suspense.

 

Assinale a alternativa em que o trecho “Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem...” (1º parágrafo) está reescrito conforme a norma-padrão da língua portuguesa.

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  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15788 - (Assistente de Licitações, Compras e Contratos. Câmara Municipal de São Roque. 2026. Vunesp)

 

 

Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho

 

Assinale a alternativa que está em conformidade com as normas de concordância e colocação pronominal.

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