Questões Comentadas

Estude com 16105 questões”.
  • 251
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15807 - (Agente de Combate às Endemias. Prefeitura de Jardinópolis. 2026. Vunesp) A norma-padrão de concordância verbal foi respeitada em:

  • 252
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15806 - (Oficial do Quadro Complementar – Magistério/Português. EsFCEx. 2026. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.

 

O Brasil está envelhecendo, mas ainda não sabe onde vai morar

 

O Brasil está envelhecendo – e rápido. Em poucas décadas, o País deixou de ser majoritariamente jovem para ingressar numa transição demográfica profunda, que redefine não apenas políticas públicas, mas também a forma como pensamos cidades, moradia e qualidade de vida. Segundo dados do IBGE, atualmente a população entre 60 e 69 anos representa cerca de 16% dos brasileiros (mais de 31 milhões de pessoas). As projeções são ainda mais contundentes: em 2060, o Brasil deverá somar 73,4 milhões de idosos, com crescimento acelerado sobretudo entre aqueles acima dos 90 anos.

 

Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. Afinal, não se trata apenas de viver mais, mas de como viver melhor. O envelhecimento da população exige respostas que vão além da saúde e da previdência: passam necessariamente pela moradia. É nesse ponto que surge um debate ainda pouco amadurecido no Brasil, mas central no mundo desenvolvido: o da moradia pensada para o envelhecimento ativo.

 

Isso porque envelhecer com dignidade não é apenas um conceito abstrato. É um direito. De um lado, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o direito à moradia digna como um direito humano fundamental e estabelece princípios específicos para as pessoas idosas, baseados em independência, participação social, cuidado, autorrealização e dignidade.

 

De outro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça esse olhar por meio do programa Cidades Amigas do Idoso, que propõe lares e ambientes adaptados às necessidades físicas, sociais e emocionais da população idosa. Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.

 

(Caio Calfat. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao/espaco-aberto/, 16.03.2026. Adaptado)

 

A concordância verbal e a concordância nominal estão em conformidade com a norma-padrão em:

  • 253
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15805 - (Médico do Trabalho e Clínica Geral. UNESP. 2026. Vunesp)

 

Prólogo ao leitor extremamente ocupado

 

“Desocupado leitor…” É assim que Miguel de Cervantes iniciava o prólogo de uma das mais célebres obras literárias da história universal: O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha. Quatrocentos anos depois, neste mundo marcado pelo imediatismo e pelo produtivismo, fico pensando se ainda seria possível iniciar um livro fazendo um convite ao “desocupado leitor” de Cervantes… Pois, na verdade, hoje estamos todos tão extremamente ocupados… Extremamente ocupados e extremamente apressados.

 

Esta pressa e esta azáfama têm, mais que nos ocupado, nos preocupado e, em última análise, nos desumanizado e nos adoecido. E como os que estão doentes precisam de remédio, passo, rapidamente — porque nos falta tempo — a falar sobre o porquê deste livro.

 

Este livro fala sobre um remédio; um tipo muito especial de remédio. O remédio é, como veremos, muito, muito antigo. Foi descoberto ou inventado ainda na aurora da humanidade e, ficando às vezes meio esquecido, precisa ser constantemente resgatado, para que essa mesma humanidade não adoeça mortalmente.

 

Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos? Eu mesmo me lembro o quanto o desejava e esperava, ansiosamente, quando minha mãe, às vezes meu pai, ou mesmo meu avô, vinham administrá-lo à noite, antes de dormir…

 

Sim, não cabe mais fazer mistério: esse remédio são as histórias. As narrativas que, algumas vezes, brotam da imaginação fértil; outras, das coisas efetivamente ocorridas e reinventadas; e, na maioria, dos livros clássicos de contos infantis.

 

Chamo de remédio, porque, desde a mais tenra infância, essas histórias eram o que enchiam a alma, quebravam a rotina dos dias cinzentos, abriam as portas para outras dimensões e patamares da realidade. Divertiam, encantavam, ensinavam e, mesmo quando eram amargas e tristes (pois é próprio do remédio às vezes ser amargo), sempre faziam bem.

 

Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio, fortificante da alma. No contexto do mundo moderno, aliás, passaram a acreditar que tal remédio é não só dispensável, mas até prejudicial, pois ficção, fantasia, sonho, nos distrai da “realidade”, determinada pelas coisas “reais”, sérias, produtivas. Mas então, quando começamos a sentir os sintomas de um tipo muito particular de adoecimento, nos damos conta da sua falta e nos lembramos dos seus efeitos.

 

(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019. Adaptado)

 

Assinale a alternativa que está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância e crase.

  • 254
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15804 - (Técnico de Laboratório. Prefeitura de Jundiaí. 2026. Vunesp) Considere o texto a seguir para responder à questão.

 

Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).

 

As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.

 

Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.

 

Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado

 

A concordância verbal está em conformidade com a norma-padrão em:

  • 255
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15803 - (Encanador. Prefeitura de Osasco. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Lixo, impressão digital da sociedade

 

Pelo lixo de uma família é possível saber muito de seus hábitos, mas principalmente, o que consome. Se um estrangeiro vasculhasse os nossos lixões, diria que, no País, ninguém passa fome, o que é uma piada completa. Em todo o mundo, o Brasil é um dos países com maior quantidade de matéria orgânica jogada no lixo: 70% das 156 mil toneladas produzidas, por dia, por seus habitantes.

 

Na verdade, o brasileiro é esbanjador, desperdiça o que poderia ser aproveitado. Se há grande desperdício dentro das casas, fora delas há um verdadeiro exército de famílias vivendo do que pode catar nos lixões. Além da comida, nosso lixo é composto de 21,6% de papel, 7,4% de plástico, 3,8% de vidro e 2% de metal, o que evidencia o aumento do consumo de embalagens e produtos descartáveis.

 

Devidamente separados e catados, os materiais recicláveis poderiam gerar renda para mais famílias que por enquanto não têm outra fonte de sobrevivência.

 

(Marlyana Tavares, Jornal Estado de Minas. Belo Horizonte, dez. 2002. Adaptado)

 

A frase do texto reescrita apresenta a concordância de acordo com a norma-padrão na alternativa:

  • 256
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15802 - (Assistente Técnico Administrativo. CAU-SP. 2026. Vunesp) Considere o texto a seguir para responder à questão.

 

IA é usada por técnicos, equipe médica e gestores de times de futebol

 

As decisões estratégicas dentro das quatro linhas do campo de futebol sempre foram baseadas em observação direta, experiência acumulada e intuição do treinador. O avanço da ciência da computação nos últimos anos vem alterando esse quadro. Novas pesquisas na área da inteligência artificial (IA) têm disponibilizado ferramentas que podem ampliar o repertório dos técnicos, munindo esses profissionais com sistemas capazes de analisar milhares de dados por partida, identificar padrões coletivos de jogo e apoiar decisões técnicas e gerenciais.

 

A análise dos dados de jogadores nos jogos – movimentação, capacidade de explosão, roubos de bola e outras características importantes – é uma das grandes vantagens da integração da IA no futebol, segundo um artigo de revisão elaborado por um grupo de pesquisadores do Brasil, de Portugal e do Reino Unido, que analisou 32 estudos feitos na área.

 

“A revisão mostra que os modelos de inteligência artificial conseguem transformar dados complexos das partidas em informação útil para os treinadores. Tudo de maneira muito rápida”, contou à Pesquisa FAPESP o cientista do esporte Luís Branquinho, do Instituto Politécnico de Portalegre, em Portugal, um dos autores do estudo. As informações fornecidas pelos modelos de IA, ele explica, indicam a posição dos jogadores e da bola em cada milissegundo da partida, indo muito além do que o auxiliar técnico pode perceber, anotar e analisar depois, mesmo com o apoio de outros membros da comissão técnica.

 

A IA também pode beneficiar os departamentos médicos dos times de futebol – e, em última instância, o setor financeiro do clube – com a prevenção de lesões nos jogadores. “As novas técnicas não impedem uma lesão súbita, mas permitem acompanhar a evolução de possíveis danos no corpo do atleta”, conta Branquinho.

 

(Enrico Di Gregorio. https://revistapesquisa.fapesp.br/, maio de 2026. Adaptado)

 

Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância.

  • 257
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15801 - (Motorista. Prefeitura de Araçatuba. 2026. Vunesp) Leia o quadrinho:

 

 

Dik Browne. O melhor de Hagar, o Horrível. Vol. 2. Porto Alegre: L&PM, 2007. Adaptado

 

Assinale a alternativa que completa as lacunas do quadrinho, corretamente, e na ordem em que se apresentam.

  • 258
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15800 - (Agente Escolar. Prefeitura de Araçatuba. 2026. Vunesp) Leia a charge a seguir para responder à questão:

 

AVANÇO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA ESCRITA DE LIVROS...

 

 

(Cazo, “Avanço da Inteligência Artificial na escrita de livros...”. Disponível em: blogdoaftm.com.br)

 

A frase “Encontrei uma prateleira só com livros orgânicos, escrito e ilustrado sem o uso de IA” apresenta um desvio de concordância.

 

Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma redação que elimina esse tipo de desvio.

  • 259
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15799 - (Guarda Civil Metropolitano. Prefeitura de São Paulo. 2026. Vunesp) Considere o texto a seguir para responder à questão.

 

Mais carne, menos açúcar: EUA invertem pirâmide alimentar

 

O governo dos Estados Unidos anunciou novas diretrizes alimentares que reestruturam a pirâmide nutricional, colocando carnes vermelhas, queijo e leite integral em posição de destaque. O objetivo é incentivar o consumo de proteínas e reduzir o de alimentos ultraprocessados e ricos em açúcar.

 

As orientações foram apresentadas pelo secretário de saúde Robert F. Kennedy Jr., que afirmou que a estratégia busca prevenir doenças crônicas e melhorar a saúde da população americana. Em coletiva de imprensa, Kennedy recomendou consumir “comida de verdade” e priorizar produtos naturais em detrimento de itens industrializados.

 

Após anos de recomendações para reduzir carnes e gorduras saturadas, os americanos agora são encorajados a incluí-las na dieta.

 

De acordo com informações do jornal O Globo, o documento sugere cozinhar com manteiga e sebo bovino, embora não existam evidências sólidas de que isso traga benefícios à saúde.

 

Frutas e vegetais continuam incentivados, mas não há menção explícita ao aumento de gorduras saturadas. Óleos vegetais, frequentemente criticados por Kennedy, também não receberam destaque nas novas recomendações.

 

As diretrizes foram parcialmente endossadas pela Associação Médica Americana, enquanto a Associação Americana do Coração demonstrou preocupação com o possível aumento de consumo de gorduras saturadas e sódio. Alimentos processados e ricos em sal continuam a ser desencorajados.

 

Já em relação à ingestão de açúcares adicionados, Kennedy determina que deve ser limitada, sobretudo em crianças, que só devem começar a consumir esses alimentos a partir dos 10 anos. Carboidratos refinados, como pão branco, tortilhas e biscoitos, também devem ser evitados.

 

Além disso, as novas diretrizes incentivam evitar produtos ultraprocessados ou “altamente processados”, incluindo salgadinhos, doces e alimentos com aditivos artificiais, corantes, conservantes e adoçantes de baixa caloria. Em relação ao álcool, a orientação permanece vaga, recomendando “menos consumo”, sem parâmetros específicos.

 

(Vanessa Loiola, “Mais carne, menos açúcar: EUA invertem pirâmide alimentar”. Disponível em https://exame.com/ciencia/. Adaptado)

 

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.

  • 260
  • Ano: 2026
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE15798 - (Jornalista. Câmara Municipal de Sertãozinho. 2026. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão:

 

As luzes rumo ao obscurantismo

 

Foi no calor das revoluções liberais do final do século XVIII que a imprensa entrou em cena. A ideia de que a sociedade precisaria contar com uma instituição não estatal para criticar publicamente o poder nasceu do liberalismo insurrecional, não nasceu da democracia. O substantivo “democracia” mal aparecia nos panfletos quando a liberdade de imprensa foi inventada.

 

Naquela fase, os redatores das folhas públicas eram ativistas. Eles não tinham a menor preocupação com objetividade, com reportagem precisa, com ouvir os dois lados de um debate. Suas finalidades eram conquistar a simpatia da incipiente opinião pública e pressionar o soberano. Ser jornalista era ser militante.

 

Foi só ao longo dos séculos XIX e XX que as duas práticas se diferenciaram. À medida que o ordenamento social se modificava e que as liberdades dos negociantes cediam espaço para os direitos dos que não eram donos de riquezas, as causas do liberalismo passaram a ter que negociar com as demandas, agora, sim, da democracia em construção. A liberdade de imprensa deixava de ser entendida como uma prerrogativa burguesa e passou a ser vista como um direito da sociedade inteira. O direito à informação do público aflorou. A instituição da imprensa, sem abdicar de seu espírito crítico de origem liberal, assumiu o tríplice encargo de (1) fiscalizar as autoridades, (2) informar a sociedade com independência e (3) mediar o debate público.

 

Na primeira metade do século XIX, as redações começaram a se profissionalizar. Os pesquisadores Michael Schudson e Leonard Downie Jr., no ensaio “A reconstrução do jornalismo americano”, publicado na Columbia Journalism Review, em 2009, anotaram que, nos Estados Unidos, somente por volta dos anos 1820 os diários começaram a contratar profissionais regularmente remunerados. Logo adiante, a notícia bem apurada virou mercadoria e, acima disso, um bem público. Foi então que as melhores redações, como a do New York Times, sentiram a necessidade de separar o relato factual (o noticiário) da opinião (os editoriais). Militância e jornalismo se separaram.

 

(Eugenio Bucci, “Sem jornalismo, mundo não tem democracia e, ironicamente, não tem liberalismo”, 04.01.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

 

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal.

Precisa de Ajuda? Precisa de Ajuda?
Aguarde..