SE11493 - (Agente previdenciário. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
A expressão em destaque está substituída, nos parênteses, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal, em:
SE11492 - (Agente previdenciário. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo em destaque pertence à mesma classe gramatical que aquele destacado na frase a seguir.
Os que aqui se encontram esperam ser aprovados.
SE11491 - (Agente previdenciário. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Há palavra ou expressão empregada em sentido figurado na frase da alternativa:
SE11490 - (Agente previdenciário. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Leia as passagens:
• À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA)...
• No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões...
• Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego...
As expressões em destaque introduzem, correta e respectivamente, os sentidos de:
SE11489 - (Agente previdenciário. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Na concepção de Glauco Arbix,
SE11488 - (Agente previdenciário. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Com relação ao crescimento da utilização da Inteligência Artificial (IA), é correto afirmar que
SE11487 - (Agente previdenciário. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
De acordo com informações dos primeiro e segundo parágrafos, é correta a afirmação:
SE11486 - (Agente de informações. Sptrans. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder a questão.
Conforme as temperaturas aumentam, alguns grupos de pessoas são expostos a riscos. Idosos, por exemplo, são particularmente sensíveis ao calor extremo; contudo, temperaturas mais altas podem começar a afetar jovens e pessoas saudáveis.
(https://super.abril.com.br. Adaptado)
Conforme o sentido que estabelece no texto, a conjunção “contudo” pode ser substituída por
SE11485 - (Agente de informações. Sptrans. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder a questão.
Conforme as temperaturas aumentam, alguns grupos de pessoas ____________ a riscos. Idosos, por exemplo, são particularmente sensíveis ___________ calor extremo; contudo, temperaturas mais altas podem começar a afetar jovens e pessoas saudáveis.
(https://super.abril.com.br. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
SE11484 - (Agente de informações. Sptrans. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 11 a 18.
Entenda a onda de calor que atinge o Brasil
Quem achava que não ia tirar as bermudas e regatas do armário até o fim do ano se enganou. Se o verão começa só em dezembro, o calor resolveu chegar mais cedo – logo na última semana do inverno. Com isso, várias cidades do país registraram seus recordes de temperatura no ano, durante aquela que deveria ser a estação mais fria.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) lançou um alerta de perigo para a onda de calor que já está entre nós e deve permanecer até 22 de setembro. Segundo o instituto, as temperaturas em algumas áreas vão ficar 5 ºC mais quentes do que a média em anos passados, sendo um potencial risco à saúde.
A culpa desse calorão é uma forte massa de ar quente que se espalhou por grande parte do país. Ela serve de bloqueio atmosférico, impedindo a passagem de frentes frias e atrapalhando as condições meteorológicas que causariam chuvas.
De acordo com o Inmet, o tempo seco ajuda a piorar a onda de calor. Somado ao aumento da pressão atmosférica perto da superfície, esses fatores inibem a formação de nuvens. Sem essa camada de proteção, os raios do Sol esquentam mais ainda a massa de ar, que transforma a região afetada em um verdadeiro forninho.
A previsão é de que, com a chegada da primavera, a situação não melhore. O panorama dos meteorologistas do Inmet aponta para uma piora no quadro climático a partir de 22 de setembro, então pode esperar um fim de semana de torrar – a capital paulista, por exemplo, vai extrapolar os 35 ºC.
(https://super.abril.com.br. Adaptado)
Na reescrita de passagem do texto, o termo destacado é um adjetivo em:
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