Questões Comentadas

Estude com 14146 questões”.
  • 2311
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11734 - (Fiscal. 2024. Vunesp) Está correta a forma verbal destacada em:

  • 2312
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11733 - (Técnico. Campinas. 2024. Vunesp)

 

 

 

(M. Schulz, Minduim Charles. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 11.09.2023)

 

De acordo com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, é correto afirmar que as formas verbais “poderia” e “pudesse” estão conjugadas

  • 2313
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11732 - (Agente de Itapeva. 2024. Vunesp)

 

 

(Fernando Gonsales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 11.01.2024)

 

Na fala do último quadro, as formas verbais “foi” e “moraria” expressam, correta e respectivamente, sentidos de

  • 2314
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11731 - (Agente Fiscal de Saúde Pública. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.

 

 Não quero fazer injúria ao silêncio, que estimo como um amigo. Mas quero fazer hoje o elogio do ruído, da agitação, da música que invade os ouvidos e retumba no peito. Quero declarar meu gosto pelo encontro festivo num breu que se faz brilho, entre braços camaradas e olhos desconhecidos, meu apreço por aquilo que os rígidos insistem em reprimir.

 

 Minha cidade, São Paulo, já foi conspicuamente alegre, dessas que se julgam notívagas ou insones, dessas que desejam chegar despertas ao amanhecer(a). Um dia, porém, o sono dos justos ressonou mais forte que o ruído dos ébrios, e decidiu-se por lei que era preciso calar a cidade, submetê-la aos ditames irredutíveis dos relógios e dos medidores de decibéis. Já não lhe era mais permitido vagar livre depois da meia-noite. A cidade devia se apresentar em casa à uma no máximo, sóbria e casta e lúcida e respeitável, apta para a labuta do dia seguinte.

 

 Depois desse dia, quem se atreve a circular por suas ruas na alta madrugada(b) ouve o triunfo do silêncio. Bairros antes repletos de cores e luzes tornaram-se sequências de fachadas deslustradas e sombrias, indistintas portas metálicas a esconder seus restaurantes e bares, seus botecos e tabernas, seus sambas e pagodes, como se a essa hora se fizessem todos tão escandalosos que já não pudessem existir. Ao sonâmbulo andarilho que percorra sem saber esses caminhos(c), tão agitados na luz impávida dos dias, não resta mais que o susto da noite vazia e a constatação do poder sinistro do sossego.

 

Mas onde há poder, como ensinou um desses andarilhos festivos, há resistência. Tão fácil assim a cidade insone não dorme, não se resigna aos lençóis brancos e limpos ou à hipnose televisiva(d). Detrás das portas metálicas, sob letreiros apagados, por passagens furtivas, a noite paulistana sobrevive às escondidas, e há fervor na resistência, há amor e liberdade e um gosto inconfundível de vida. Em seu centro despovoado de pernas apressadas, ou em seus bairros recônditos, entre galpões e terrenos baldios, a cidade celebra ainda aquilo que a lei calou, de olhos fechados e braços erguidos.

 

 Hoje é possível reencontrar a noite que perdemos pelas continências da ordem e da lei. E é assim que se podem frequentar vastos salões nobres que se abrem acima de botecos insuspeitos, e pistas quentes à margem dos trilhos do trem, e terraços que estranhamente escapam à vigilância municipal, e apertados porões onde os músicos se reúnem ao fim da noite, todos juntos à espera de um sol gentil. E é assim que temos descoberto que ainda vivemos numa cidade inquieta e enérgica(e), disposta a combater com música a ubiquidade do silêncio.

 

(Julián Fuks. https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2023/12/02/ quiseram-calar-a-noite-de-sao-paulo-mas-ela-ainda-resiste.htm. Adaptado)

 

A forma verbal destacada no trecho do 3º parágrafo “... como se a essa hora se fizessem todos tão escandalosos que já não pudessem existir” está no mesmo modo daquela destacada em:

  • 2315
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11730 - (Analista de Comunicação Pleno. SPtrans. 2024. Vunesp) Leia o texto para responder à questão.

 

Destruição criativa 2.0

 

Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que mencionavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.

 

Daí não decorre que devamos tratar a inteligência artificial com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.

 

O quadro geral, porém, talvez não seja dos piores. Economistas de diferentes correntes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais, mas também psicológicos.

 

 Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.

 

(SCHWARTSMAN, Hélio. Em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml. 15.09.2023. Adaptado)

 

No trecho – Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir… (1º parágrafo) –, a forma verbal tenha, no contexto em que foi empregada, está no mesmo modo e tempo que a destacada em:

  • 2316
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11729 - (Agente de Informações. SpTrans. 2024. Vunesp) A flexão dos verbos atende à norma-padrão em:

  • 2317
  • Ano: 2024
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - TRE - AJAJ - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE11728 - (Agente de Trânsito. 2024. Vunesp)

 

 

 

(Willian Leite. Anésia # 708. www.willtirando.com.br, 05.09.2023)

 

No trecho “Saiba que estou mal-humorada também enquanto tô parada”, a palavra saiba foi empregada no mesmo modo verbal que a destacada em:

  • 2318
  • Ano: 2024
  • Banca: INÉDITAS
  • Instituição: TJ/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP

SE11727 - (ago/24) A renúncia de Sheikh Hasina, primeira-ministra de Bangladesh, em 2024, foi causada por:

 

  • 2319
  • Ano: 2024
  • Banca: INÉDITAS
  • Instituição: TJ/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP

SE11726 - (ago/24) A Turquia bloqueou o acesso ao Instagram em 2024 após uma polêmica envolvendo a rede social.

 

Qual foi a justificativa oficial dada pelo governo turco para essa decisão?

  • 2320
  • Ano: 2024
  • Banca: INÉDITAS
  • Instituição: TJ/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP

SE11725 - (jul/24) O assassinato de Ismail Haniyeh, líder do grupo terrorista Hamas, ocorreu no contexto de tensões geopolíticas no Oriente Médio.

 

Qual das alternativas a seguir melhor descreve os desdobramentos imediatos do assassinato?

Precisa de Ajuda? Precisa de Ajuda?
Aguarde..