SE14088 - (Professor. 2024. Vunesp) As regras empregadas para acentuar as palavras mistério, trânsito e já são as mesmas aplicadas, respectivamente, às palavras:
SE14087 - (Sargento da PM. 2025. Vunesp) Assinale a alternativa com as palavras acentuadas segundo a mesma regra que se aplica às palavras “contrário” e “época”.
SE14086 - (Sargento da PM. 2025. Vunesp) Leia o texto a seguir para responder à questão.
Os franceses sabem restaurar, mas não construir. Com isso, quero dizer que eles têm a habilidade e o gosto para restaurar seus edifícios de uma era anterior, mas perderam, desde 1945, nos anos de sua maior prosperidade, a capacidade de construir algo novo que não seja medonho.
No entanto, não é da incapacidade dos arquitetos franceses modernos que desejo falar, embora a absoluta feiura do que eles criaram não seja totalmente irrelevante para o meu tema, como logo se verá.
O fato é que uma quantidade enorme de paredes e outras superfícies ao longo da estrada que leva a Paris está coberta de grafites ou pichações. Este é um fenômeno social – talvez antissocial – tanto de relativo interesse quanto de importância.
Há, obviamente, uma certa etiqueta para essa pichação, já que, quando a área de uma parede é exigida por um pichador, ela se torna sua propriedade, por assim dizer, com seu direito exclusivo de nela deixar sua marca.
Mas o que está por trás dessa epidemia de pichação? Infelizmente, nunca consegui conversar com um pichador: não vejo nenhum deles “trabalhando” e não conheço nenhum socialmente. Portanto, resta-me apenas conjecturar sobre seu estado de espírito – mas, mesmo que eu conseguisse falar com eles, não é certo que me diriam sua motivação, ou mesmo que a conhecessem por completo.
Numa sociedade em que tantos almejam ser “alguém”, ou seja, alguém que as pessoas conhecem ou que as afeta, e na qual o mero fato de se misturar à multidão representa uma humilhação, pichar é um meio pelo qual uma pessoa, de outra forma sem importância nela, pode impor algo de si a essa sociedade.
O eu deve se expressar, mesmo que não tenha nada a expressar. Mas não para por aí. Percebi que os pichadores desfiguram principalmente superfícies muito feias, em vez das bonitas. Tomo isso como uma evidência de uma faculdade subconsciente de discriminação estética por parte dos pichadores, embora admita que outras explicações sejam possíveis.
(Theodore Dalrymple, “A expressão da feiura”. Disponível em: https://revistaoeste.com/revista/edicao-280. Adaptado.)
A acentuação gráfica de duas palavras do texto foi modificada pelo Novo Acordo Ortográfico.
Assinale a alternativa em que ambas estão assinaladas.
SE14085 - (Curso de Formação de Oficiais. 2025. Vunesp) A norma-padrão de acentuação das palavras “incongruências” e “ageísmo” aplica-se também, respectivamente, a
SE14084 - (FECAP. 2025. Vunesp) No trecho “Esse foi o número que parou Copacabana”, a palavra destacada está acentuada pelo mesmo motivo que as palavras:
SE14083 - (Escrivão de Polícia. 2022. Vunesp) Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas.
SE14082 - (Curso de Formação de Oficiais. 2023. Vunesp) Assinale a alternativa em que as frases estão redigidas de acordo com a ortografia oficial.
SE14081 - (Revisor de Texto. 2023. Vunesp) Estão grafados em conformidade com a norma-padrão de ortografia e acentuação todos os vocábulos da alternativa
SE14080 - (Assistente. 2023. Vunesp) Considere os títulos de matérias online dos veículos de comunicação:
(Estadão, 02.02.2023)
(Superinteressante, 27.01.2023)
(Correio Braziliense, 02.02.2023)
(Diário do Nordeste, 02.02.2023)
De acordo com a ortografia oficial, as lacunas dos títulos apresentados devem ser completadas, respectivamente, com:
SE14079 - (Auxiliar em Educação. 2023. Vunesp) Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a ortografia da língua portuguesa.
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