Questões Comentadas

Estude com 16826 questões.
  • 12841
  • Ano: 2020
  • Banca: OUTRAS
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - DPE/SP - TJM - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP
  • Matéria: Matemática
  • Tema: Juros simples.

SE4151 - (14ª Rodada Semanal Objetiva. 2020. Outras. Adaptada) Um capital de R$ 12.000,00 será aplicado em regime de juros simples por 3 anos a uma taxa de 1,5% a.m.. Após esse tempo, o montante resgatado será de

  • 12842
  • Ano: 2021
  • Banca: INÉDITAS
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA
  • Matéria: Noções sobre direitos da pessoa com deficiência
  • Tema: Lei nº 13.146/2015 (artigos 1º a 13; 34 a 38; 79 a 87)

SE4150 - (14ª Rodada Semanal Objetiva. 2021. Inéditas) De acordo com a Lei n. 13.146/2015, a pessoa com deficiência tem direito a receber atendimento prioritário. Não são extensivos ao acompanhante da pessoa com deficiência, ou ao seu atendente pessoal, os direitos indicados apenas em

 

I. Recebimento de restituição de imposto de renda.

 

II. tramitação processual e procedimentos judiciais e administrativos em que for parte ou interessada, em todos os atos e diligências.

 

III. disponibilização de recursos, tanto humanos quanto tecnológicos, que garantam atendimento em igualdade de condições com as demais pessoas;

 

Está correta o que se afirma em:

  • 12843
  • Ano: 2023
  • Banca: CESPE
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE4149 - (Auxiliar de Perícia. 2023. Cebraspe/Cespe) Texto CB3A1

 

Em 2007, o Brasil recebeu a exposição de anatomia intitulada Bodies revealed: fascinating + real, traduzida como Corpo humano: real e fascinante. Cerca de 670 mil pessoas de diversas cidades brasileiras puderam visitar a exposição na qual os objetos expostos eram nada menos do que 16 cadáveres e 225 órgãos humanos. Adentrar em um salão repleto de cadáveres estripados e mutilados deveria suscitar a mesma sensação de uma câmara dos horrores, já que os mortos são notoriamente objetos de tabu, fontes de mana, considerados impuros, perigosos e, não raramente, repugnantes. Entretanto, os corpos dissecados da exposição, apresentados esfolados ou fatiados, inteiros ou em partes, eviscerados ou não, e tematicamente organizados em sistemas — esquelético, muscular, nervoso, respiratório, digestório, excretor, reprodutor, circulatório — eram tratados como objetos de “arte”. Ao contrário daqueles grandes vidros de formol que distorcem a imagem do seu conteúdo desbotado, largamente usados em laboratórios e museus para conservar restos biológicos, Bodies revealed é um espetáculo cadavérico no qual corpos dissecados e partes corporais — reduzidos a formas, cores e texturas — são espetacularmente exibidos em pedestais, displays e caixas transparentes, distribuídos meticulosamente em espaços organizados e iluminados para realçar suas formas e cores.

 

Há um evidente sensacionalismo mórbido nas exposições de corpos humanos, visto que não haveria o mesmo impacto se os corpos expostos fossem sintéticos ou de animais. Isto evidencia o fato de que a relação que se estabelece entre nós, espectadores, e os cadáveres expostos tem uma dimensão social, distinta da que teríamos se fossem apenas modelos de plástico ou cera, ainda que reproduções perfeitas, ou de um cadáver animal, qualquer que seja a técnica de conservação. As exposições de corpos humanos até podem oferecer motivações mais nobres do que o simples entretenimento mórbido, mas sem abrirem mão da morbidez como peça fundamental do espetáculo. Com efeito, o tom geral daqueles que defendem essas exposições apela para a utilidade educativa de se usarem corpos humanos reais, dissecados e modelados, em posições didáticas, pois essa técnica possibilita o acesso a “espécimes” cuja riqueza de detalhes e de informações era antes acessível apenas aos anatomistas.

 

Internet: (com adaptações).

 

A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue o item que se segue.

 

Caso a forma verbal “tem” (segundo período do segundo parágrafo) fosse grafada com acento circunflexo — têm —, de forma a concordar com a expressão “os cadáveres expostos”, que a antecede, as relações sintáticas entre os termos seriam alteradas, mas a correção gramatical seria mantida.

  • 12844
  • Ano: 2023
  • Banca: CESPE
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE4148 - (Promotor de Justiça do MPE/SC. 2023. Cebraspe/Cespe) Texto 2A1-I

 

O ordenamento jurídico vem sendo confrontado com as inovações tecnológicas decorrentes da aplicação da inteligência artificial (IA) nos sistemas computacionais. Não apenas se vivencia uma ampliação do uso de sistemas lastreados em IA no cotidiano, como também se observa a existência de robôs com sistemas computacionais cada vez mais potentes, nos quais os algoritmos passam a decidir autonomamente, superando a programação original. Nesse contexto, um dos grandes desafios ético-jurídicos do uso massivo de sistemas de inteligência artificial é a questão da responsabilidade civil advinda de danos decorrentes de robôs inteligentes, uma vez que os sistemas delituais tradicionais são baseados na culpa e essa centralidade da culpa na responsabilidade civil se encontra desafiada pela realidade de sistemas de inteligência artificial.

 

Perante a autonomia algorítmica na qual os sistemas de IA passam a decidir de forma diversa da programada, há uma dificuldade de diferenciar quais danos decorreram de erro humano e aqueles que derivaram de uma escolha equivocada realizada pelo próprio sistema ao agir de forma autônoma. O comportamento emergente da máquina, em função do processo de aprendizado profundo, sem receber qualquer controle da parte de um agente humano, torna difícil indicar quem seria o responsável pelo dano, uma vez que o processo decisório decorreu de um aprendizado automático que culminou com escolhas equivocadas realizadas pelo próprio sistema. Há evidentes situações em que se pode vislumbrar a existência de culpa do operador do sistema, como naquelas em que não foram realizadas atualizações de software ou, até mesmo, de quebra de deveres objetivos de cuidado, como falhas que permitem que hackers interfiram no sistema. Entretanto, excluídas essas situações, estará ausente o juízo de censura necessário para a responsabilização com base na culpa.

 

B. L. da Anunciação Melo e H. Ribeiro Cardoso. Sistemas de inteligência artificial e responsabilidade civil: uma análise da proposta europeia acerca da atribuição de personalidade civil. In: Revista Brasileira de Direitos Fundamentais & Justiça, 16(1), 2020, p. 93-4 (com adaptações).

 

Com base nas regras de concordância nominal e verbal, julgue o seguinte item, relativos ao texto 2A1-I.

 

No parágrafo, o termo “desafiada” concorda com “centralidade”.

  • 12845
  • Ano: 2023
  • Banca: CESPE
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE4147 - (Promotor de Justiça do MPE/SC. 2023. Cebraspe/Cespe) Texto 2A1-I

 

O ordenamento jurídico vem sendo confrontado com as inovações tecnológicas decorrentes da aplicação da inteligência artificial (IA) nos sistemas computacionais. Não apenas se vivencia uma ampliação do uso de sistemas lastreados em IA no cotidiano, como também se observa a existência de robôs com sistemas computacionais cada vez mais potentes, nos quais os algoritmos passam a decidir autonomamente, superando a programação original. Nesse contexto, um dos grandes desafios ético-jurídicos do uso massivo de sistemas de inteligência artificial é a questão da responsabilidade civil advinda de danos decorrentes de robôs inteligentes, uma vez que os sistemas delituais tradicionais são baseados na culpa e essa centralidade da culpa na responsabilidade civil se encontra desafiada pela realidade de sistemas de inteligência artificial.

 

Perante a autonomia algorítmica na qual os sistemas de IA passam a decidir de forma diversa da programada, há uma dificuldade de diferenciar quais danos decorreram de erro humano e aqueles que derivaram de uma escolha equivocada realizada pelo próprio sistema ao agir de forma autônoma. O comportamento emergente da máquina, em função do processo de aprendizado profundo, sem receber qualquer controle da parte de um agente humano, torna difícil indicar quem seria o responsável pelo dano, uma vez que o processo decisório decorreu de um aprendizado automático que culminou com escolhas equivocadas realizadas pelo próprio sistema. Há evidentes situações em que se pode vislumbrar a existência de culpa do operador do sistema, como naquelas em que não foram realizadas atualizações de software ou, até mesmo, de quebra de deveres objetivos de cuidado, como falhas que permitem que hackers interfiram no sistema. Entretanto, excluídas essas situações, estará ausente o juízo de censura necessário para a responsabilização com base na culpa.

 

B. L. da Anunciação Melo e H. Ribeiro Cardoso. Sistemas de inteligência artificial e responsabilidade civil: uma análise da proposta europeia acerca da atribuição de personalidade civil. In: Revista Brasileira de Direitos Fundamentais & Justiça, 16(1), 2020, p. 93-4 (com adaptações).

 

Com base nas regras de concordância nominal e verbal, julgue o seguinte item, relativos ao texto 2A1-I.

 

No texto, os termos da expressão “da programada” poderiam ser flexionados no gênero masculino — do programado —, sem prejuízo para a correção gramatical do texto.

  • 12846
  • Ano: 2023
  • Banca: CESPE
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE4146 - (Analista Judiciário. TJ/ES. 2023. Cebraspe/Cespe) Texto CG1A1-I

 

A apropriação colonial das terras indígenas muitas vezes se iniciava com alguma alegação genérica de que os povos forrageadores viviam em um estado de natureza — o que significava que eram considerados parte da terra, mas sem nenhum direito a sua propriedade. A base para o desalojamento, por sua vez, tinha como premissa a ideia de que os habitantes daquelas terras não trabalhavam. Esse argumento remonta ao Segundo tratado sobre o governo (1690), de John Locke, em que o autor defendia que os direitos de propriedade decorrem necessariamente do trabalho. Ao trabalhar a terra, o indivíduo “mistura seu trabalho” a ela; nesse sentido, a terra se torna, de certo modo, uma extensão do indivíduo. Os nativos preguiçosos, segundo os discípulos de Locke, não faziam isso. Não eram, segundo os lockianos, “proprietários de terras que faziam melhorias”; apenas as usavam para atender às suas necessidades básicas com o mínimo de esforço.

 

James Tully, uma autoridade em direitos indígenas, aponta as implicações históricas desse pensamento: considera-se vaga a terra usada para a caça e a coleta e, “se os povos aborígenes tentam submeter os europeus a suas leis e costumes ou defender os territórios que durante milhares de anos tinham erroneamente pensado serem seus, então são eles que violam o direito natural e podem ser punidos ou ‘destruídos’ como animais selvagens”. Da mesma forma, o estereótipo do nativo indolente e despreocupado, levando uma vida sem ambições materiais, foi utilizado por milhares de conquistadores, administradores de latifúndios e funcionários coloniais europeus na Ásia, na África, na América Latina e na Oceania como pretexto para obrigar os povos nativos ao trabalho, com meios que iam desde a escravização pura e simples ao pagamento de taxas punitivas, corveias e servidão por dívida.

 

David Graeber e David Wengrow.

 

O despertar de tudo: uma nova história da humanidade. São Paulo: Cia das Letras, 2022, p. 169-170 (com adaptações).

 

Considerando as estruturas morfossintáticas e os aspectos semânticos do texto CG1A1-I, julgue o seguinte item.

 

No último período do segundo parágrafo, o termo “europeus” concorda com “milhares”.

  • 12847
  • Ano: 2020
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Pontuação

SE4145 - (14ª Rodada Semanal Objetiva. 2020. Vunesp) O uso da vírgula está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:

  • 12848
  • Ano: 2009
  • Banca: OUTRAS
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: Colocação pronominal

SE4144 - (14ª Rodada Semanal Objetiva. 2009. Outras) A colocação pronominal obedece à norma culta na seguinte frase:

  • 12849
  • Ano: 2018
  • Banca: OUTRAS
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE4143 - (14ª Rodada Semanal Objetiva. 2018. Outras. Adaptada) Analise a concordância verbal das frases abaixo.

 

1. Se não houvesse empecilhos, ele viria.

 

2. Fazem anos que eles não se encontram.

 

3. Precisa-se de enfermeiras em tempo integral.

 

4. Conserta-se roupas.

 

5. Maria tinha deixado a cidade haviam vários anos.

 

Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas.

  • 12850
  • Ano: 2018
  • Banca: OUTRAS
  • Instituição: ESCREVENTE TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)
  • Matéria: Português
  • Tema: AMP) 6) Concordância verbal e nominal

SE4142 - (14ª Rodada Semanal Objetiva. 2018. Outras. Adaptada) Assinale a opção correta quanto ao uso da concordância nominal.

Precisa de Ajuda? Precisa de Ajuda?
Aguarde..