Questões Comentadas

Estude com 14146 questões”.
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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - TRE - TJAA - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA

SE14073 - (Professor de Ensino Básico II. 2025. Vunesp) Larissa é professora especialista de uma escola municipal, sendo responsável pelo ensino de Artes para crianças nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Em uma de suas turmas, frequenta as aulas um menino com deficiência auditiva chamado Luiz. Certo dia, Larissa percebeu Luiz um tanto prostrado, mantendo-se longe de seu grupo de amigos mais próximos. A professora, então, aproximou-se de Luiz, levando um caderno no qual trocavam mensagens escritas. De início hesitante, Luiz acabou relatando ameaças repetidas de violência física por parte de seu padrasto. Larissa levou o caso à diretora, e juntas encaminharam denúncia ao Conselho Tutelar, visando à segurança de Luiz.

 

De acordo com o art. 7o da Lei no 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), a atitude de Larissa foi

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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - TRE - TJAA - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA

SE14072 - (Professor de Educação Básica II. 2025. Vunesp) De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão – LBI (2015), toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades e não pode sofrer nenhum tipo de discriminação. Portanto, segundo a Lei, considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de

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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE14071 - (Cirurgião Dentista. 2025. Vunesp) A concordância verbal e a concordância nominal estão de acordo com a norma-padrão em:

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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE14070 - (Cirurgião Dentista. 2025. Vunesp)

 

Durante décadas de desinformação, as pessoas se                      do estigma e do peso da doença, evitando proferir o nome dela. Ninguém                          nessa situação, porque acreditavam que, se                            silenciado, poderiam evitar uma má notícia. 

 

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:

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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE14069 - (Médico. 2025. Vunesp) Está em conformidade com a norma-padrão de regência:

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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE14068 - (Médico.2025. Vunesp) Assinale a alternativa em que a concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.

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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE14067 - (Médico. Vunesp. 2025) Leia o texto para responder às questões de números 01 e 02.

 

A Organização Mundial da Saúde define saúde como “o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade”. Os veteranos da área costumam dizer que essa é, na realidade, a definição de felicidade.

 

Pode ser. Mas a verdade é que os estudos científicos apontam, cada vez mais, para uma estreita relação entre saúde e a condição de ser feliz. O que não é de surpreender.

 

No mundo em que vivemos, as doenças dependem muito de nosso estilo de vida.

 

Estilo de vida que, por sua vez, é resultado de uma cultura que nos pressiona a consumir mais, a comer mais, a ficar sentados diante da tela da TV, a fumar, a consumir álcool e drogas. Tudo isso, paradoxalmente, traduz-se em insatisfação, porque esse tipo de apelo não tem limites. A insatisfação leva à tristeza, à depressão, associada com várias doenças, como diabetes ou acidente vascular cerebral.

 

Um estudo mostrou que pessoas idosas que se consideram felizes têm menor probabilidade de ser vítimas de acidente vascular cerebral. Outro estudo mostrou que mulheres deprimidas estão mais propensas a ter o endurecimento das artérias, conhecido como aterosclerose.

 

Pergunta: por que isso acontece? É a felicidade uma poção mágica, uma panaceia contra doenças? Claro que não. O que acontece é que as pessoas infelizes tendem a adotar, como compensação, o estilo de vida acima citado, que, este sim, causa doença.

 

‘Sorria’ pode ser, portanto, um bom conselho, na medida em que o sorriso, atributo caracteristicamente humano, possa ser um indicador do sentimento de felicidade. Mas a conquista da felicidade não depende só da pessoa. Se a angústia é demasiada, a ajuda profissional pode ser necessária.

 

Razão tem a Constituição americana de 1776, quando inclui, entre os direitos fundamentais, o pursuit of happiness, a busca da felicidade. Se temos direito à saúde – e a Constituição brasileira de 1988 isso nos garante –, por que não teríamos direito à felicidade – ao sorriso?”

 

(Moacyr Scliar. “Sorrir para a vida”. https://www.academia.org.br. 02.01.2006. Adaptado)

 

No trecho do parágrafo “‘Sorria’ pode ser, portanto, um bom conselho...” o termo destacado indica

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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE14066 - (Médico. Vunesp. 2025) Leia o texto para responder às questões de números 01 e 02.

 

A Organização Mundial da Saúde define saúde como “o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade”. Os veteranos da área costumam dizer que essa é, na realidade, a definição de felicidade.

 

Pode ser. Mas a verdade é que os estudos científicos apontam, cada vez mais, para uma estreita relação entre saúde e a condição de ser feliz. O que não é de surpreender.

 

No mundo em que vivemos, as doenças dependem muito de nosso estilo de vida.

 

Estilo de vida que, por sua vez, é resultado de uma cultura que nos pressiona a consumir mais, a comer mais, a ficar sentados diante da tela da TV, a fumar, a consumir álcool e drogas. Tudo isso, paradoxalmente, traduz-se em insatisfação, porque esse tipo de apelo não tem limites. A insatisfação leva à tristeza, à depressão, associada com várias doenças, como diabetes ou acidente vascular cerebral.

 

Um estudo mostrou que pessoas idosas que se consideram felizes têm menor probabilidade de ser vítimas de acidente vascular cerebral. Outro estudo mostrou que mulheres deprimidas estão mais propensas a ter o endurecimento das artérias, conhecido como aterosclerose.

 

Pergunta: por que isso acontece? É a felicidade uma poção mágica, uma panaceia contra doenças? Claro que não. O que acontece é que as pessoas infelizes tendem a adotar, como compensação, o estilo de vida acima citado, que, este sim, causa doença.

 

‘Sorria’ pode ser, portanto, um bom conselho, na medida em que o sorriso, atributo caracteristicamente humano, possa ser um indicador do sentimento de felicidade. Mas a conquista da felicidade não depende só da pessoa. Se a angústia é demasiada, a ajuda profissional pode ser necessária.

 

Razão tem a Constituição americana de 1776, quando inclui, entre os direitos fundamentais, o pursuit of happiness, a busca da felicidade. Se temos direito à saúde – e a Constituição brasileira de 1988 isso nos garante –, por que não teríamos direito à felicidade – ao sorriso?”

 

(Moacyr Scliar. “Sorrir para a vida”. https://www.academia.org.br. 02.01.2006. Adaptado)

 

O autor do texto defende que

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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: TJ/SP - MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE14065 - (Agente Comunitário de Saúde na Família. 2025. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.

 

Estratégias de sobrevivência

 

   Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por man- terem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.

 

   Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

 

(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa [Crônicas], 2023. Adaptado)

 

A colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão em:

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  • Ano: 2025
  • Banca: VUNESP
  • Instituição: MP/SP - TRE - TJAA - DPE/SP - OFICIAL DE JUSTIÇA TJ/SP - TRF3 - TJAA - Auxiliar de Promotoria (MP/SP)

SE14064 - (Agente Comunitário de Saúde na Família. 2025. Vunesp) Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.

 

Estratégias de sobrevivência

 

   Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por man- terem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.

 

   Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

 

(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa [Crônicas], 2023. Adaptado)

 

A reescrita de informações do texto atende à norma-padrão de pontuação em:

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